11 de agosto de 2015

Suíça - Zurique de beleza

Cansadas? NOOOO
 Já faz bastante tempo!!! Maio de 2010 foi o mês em que conheci a Suíça. E Zurique. Minha mãe havia ido me visitar na Holanda e resolver visitar um casal de amigos de longa data na Suiça. Todos os anos, eles vão ao Brasil rever família e amigos e todos os anos prometíamos retribuir a visita. 

Fomos de Edelweiss Air de Amsterdam para Zurique e eles nos receberam no aeroporto. Foi uma alegria muito grande! Em meu álbum de bebê, existe uma foto da primeira visita que a Célia e o Chris nos fizeram, antes mesmo que eu tivesse um aninho. Ao lado da foto, minha mãe escreveu "Um dia ainda irei retrubuir a visita"  E finalmente, em 2010, aos 24 anos de idade, eu realmente retribui a visita. 

A primeira vista da cidade já foi incrível. O dia estava lindo, não fazia calor nem frio e havia um solzinho gostoso de fim de primavera. A Célia nos contou da história da cidade e também das coisas interessantes que podiamos ver por ali. Passamos apenas algumas horas lá, fazendo caminhadas para fotos e depois jantando num restaurante incrível (quem me dera lembrar o nome...). 

Ao contrário do que muitos pensam, Zurique não é a capital da Suíça, apesar de ser uma de suas cidades mais famosas. Localiza-se a nordeste do país, dentro da parte do país que fala alemão. Muitas vezes fico imaginando como seria morar em um país que tem mais de um idioma oficial e falado em diferentes regiões. Na Suíça, dependendo de onde você está, você pode ouvir alemão (sua maior parte), francês (um parte um pouco menor) e italiano (uma região pequenina), além de diversos dialetos locais. A cidade abriga cerca de 20% da população do país e é tida como centro internacional financeiro, abrigando muitos bancos do mundo inteiro. 



Tinhamos tão pouco tempo para curtir a cidade que praticamente não vimos nada. Iríamos embora em algumas horas, pois nossos amigos moravam em uma vila mais a nordeste do país, quase em Liechtenstein e também na Alemanha. Uma vila chamada Herisau (que virá num próximo post).  É muito engraçado poder ir de um país a outro tão facilmente. De carro, em poucas horas, poder escutar outro idioma e saber que além disso, aquele local tem um outro governo, uma outra cultura, é quase um outro mundo!

Algo que adoro na Europa é andar por locais que são muito mais velhos que meu próprio país! Zurique nasceu no Século V. 10 SÉCULOS antes de Cabral atravessar o oceano Atlântico e "encontrar" o Brasil.

Para quem está interessado em fazer um tour pela cidade, uma ótima idéia é usar este website aqui: Zurich Official Turistic Place. Tem de TUDO e todas as dicas possíveis!




Sorriso genuíno!



A Célia e o Chris são grandes amigos nossos. Minha mãe os conhece desde antes do meu nascimento e todos os anos recebíamos sua visita em casa, no Brasil. Adorava ganhar os chocolatinhos suíços da Célia. Havia também Kinder Ei (kinder ovo), e eu ficava toda feliz com os brinquedinhos diferentes, que não tinham no Brasil. Gostava também de escut´=alos conversando com meus pais, sem entender assunto nenhum... coisa de gente grande né?

E foi assim, que um dia eu tive a certeza de que os visitaria e conheceria a Suíça :D




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3 de agosto de 2015

Pequenas Conquistas

Após alguns meses de Mary Kay na minha vida, posso compartilhar minha primeira pequena conquista. Uma abelhinha que demonstra trabalho e dedicação. 

Um pequeno mimo da minha diretora, uma pessoa inspiradora e que me motiva cada vez mais. E as vezes eu preciso mesmo de motivação e outras vezes me sinto tão poderosa que posso também inspirar e motivar qualquer um. 

Ela havia nos pedido que lêssemos um livro escrito pela fundadora da companhia, Mary Kay Ash. "Milagres que acontecem". Todo mundo sabe que eu adoro ler, então quando o desafio foi lançado eu já estava na metade do livro.

Muita coisa me chamou a atenção enquanto eu lia. Mas a principal foi algo que a maioria das pessoas não pensa quando fala da fundadora da Mary Kay. Ela era sim uma mulher de visão além de seu tempo, que em 1964 criou uma empresa  sozinha, pensando em sucesso e em oferecer algo possível a outras mulheres como ela. Mas o que mais me surpreendeu e talvez o que a maioria de nós nunca percebe (e vive brigando com a vida) é que acima de tudo ela era também uma mulher do seu tempo, da década de 60. Com marido e filhos e expectativas familiares sobre ela. E ela nunca resignou ou ressentiu nada disso, tinha orgulho de sua vida familiar e suas obrigações para com todos em casa. E em vista disso encaixava Mary Kay, seu trabalho, ao redor da vida que levava. Por mais que tenha tido dificuldades, não brigava com seu tempo, pensando que a vida era difícil para uma mulher como ela e com seus pensamentos progressistas. 

Acho que isso foi o que mais aprendi, pois muitas vezes eu mesma arrumo esta época difícil em que vivo como desculpa para tudo que esta acontecendo. O livro me deu uma grande nova perspectiva sobre isso, que eu preciso analisar minha vida e ver onde cada coisinha pode se encaixar. E como posso fazer isso :D 







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