26 de maio de 2013

Caçando Maluquices

Inspirada pelo blog "Diário de uma vida Estrangeira", resolvi fazer um post sobre minhas manias malucas. Todas as coisas esquisitas que pratico ou acredito... então respira fundo e vem comigo!

1. Só como em prato fundo. Prato raso não tem graça, todo mundo usa.

2. Só durmo de meia, mesmo num verão de 40ºC.

3. Quando eu era criança só ía para piscina de maiô, e só ía para a praia de biquini.

4. Em final de jogo do Santos, preciso assistir de "maria chiquinha". Não aquela no topo da cabeça, uma mais baixa; mas é o único jeito de me sentir confiante e ter fé no meu time. Vai entender, né?

5. Eu e meu pai temos um idioma próprio. Tudo que falamos termina em "inos". Eu o chamo de "papassinos", sou chamada de "filhotinas". Tenhos dois gatinos no meu apartamentinos, etc. E prontinos. E lógico, temos saudadinas monstrinas um do outro. E seus colegas de trabalho agora o chamam de "Popossinos" e chamam meu irmão de Zé Coisinas.

6. Sempre tenho um livro na bolsa. Não importa se eu esteja indo à praia, ao cinema, a um velório, ao supermercado...

7. Minha monografia do curso de Relações Internacionais foi "Como os EUA exportam o American Way of Life através do The Sims 2". Sim, e eu ainda jogo... como louca. Daqui a pouco já lança o 4, vou contar os dias.

8. Meu despertador toca às 5:11hs. Digo as horas exatas quando me perguntam "São 13:54hs". Se faço exercícios, uso números quebrados e ímpares. Numa brincadeira de par ou ímpar, nunca escolho par. Simpatia? Não... semrpe gostei de números ímpares, quando criança eu achava que escolhendo-os eles não se sentiriam sozinhos por ao dividir o número um sempre ficar sobrando.

9. Quando na escada ou no elevador, sempre piso na parte menos pisada... para balancear. Aquela que não fica desgastada. Também sempre assistia o segundo canal mais assistido, ou os programas menos assistidos, comia em restaurantes menos frequentados ou pedia os lanches menos pedidos. Sempre querendo dar atenção aos que não recebiam tanta atenção (pessoas ou coisas!)

10. Sempre sento na janelinha do veiculo, me sinto menos claustrofobica. (Coisa sem sentido)

11. Tenho idéias e sonhos loucos o tempo todo. Sabe desse tipo que a gente tem quando criança? É, para mim continua a mesma coisa, acho que nao cresci. Mas sempre gostei disso, mesmo que as vezes seja muito frustrante sonhar tanto e nao ver acontecer, né? 

12. Gosto de dançar loucamente.

13. O maior palavrão que eu falo é "meleca". 

E aí? Vocês compartilham alguma dessas loucuras comigo? 😛
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12 de maio de 2013

A paciência da mamãe.

Eu ainda era bem pequena, mas me lembro muito bem de colocar os sapatos de salto da minha mãe e desfilar pela casa. Fazia uma bagunça, nao colocava nada no lugar. Tirava sapato da mãe, do pai, colocava um pé de um e outro do outro, enfileirava tudo, depois separava por cor e depois por tamanho. Bagunçava tudo de novo jogando tudo pro alto e tentava achar os pares com os olhos fechados. 

Claro. Meu quarto nao era nem de perto tão legal para brincar. Já o quarto dos meus pais... Tão simples, com um armário embutido em uma das paredes, uma cama de casal ao centro e a sua frente um móvel pequeno com uma tv. As cortinas eram de um bege sem cor, algo bem à moda antiga, com um tecido diferente que raspava no corpo. Eu também adorava esticar as cortinas até encostarem na cama, e colocava algo para segurar a cortina em cima da cama. Fazendo uma cabaninha. Isso, eu logo ensinei ao meu irmão. E ele corria para pegar almofadas da sala e eu montava nosso forte. Só fazíamos essas loucuras a noite, quando meus pais estavam em casa. E repito, o quarto dele era muito mais divertido... Pois era necessário criatividade para brincar lá. 

Minha mãe sorria, ao menos é disso que me lembro. Nao sei se por dentro havia aquele desespero de ver seus filhos destruindo seu quarto. Nao sei também como se sentia quando via que meu pai havia afastado o sofá da parede e tínhamos feito piscina com todas as almofadas possíveis. A gente subia na mobília e se jogava naquele mar de almofadas. E ainda fingia nadar! E meu pai instigava tudo. Se a gente arrumava depois? Eu nao lembro... 

Eu me lembro de ser ainda bem pequena e ela sair para ir trabalhar me deixando em casa. Eu corria atras chorando, desesperada. Agarrada ao meu "nana". Hoje ela me diz que chorava também. Nao deve ser fácil. Quando já era maior e brigava com meu irmão, eu ficava numa extensão do telefone e ele na outra e a gente ligava para ela para resolver a briga. Nao me lembro dela ter desligado o telefone na gente, mesmo que a gente estivesse atrapalhando seu trabalho. Para nós, ela era a única advogada que podia resolver nosso impasse. Claro, se nao nos matássemos antes. 

Então, hoje é o dia dela. Dia das mães. Dia que tirei para relembrar como a via em minha infância, por mais que tivesse acabado de acordar eu a achava linda. Sem maquiagem, sem batom , de qualquer jeito. Se punha batom, eu queria também. Se ia trabalhar no banco,  eu brincava de caixa com minhas bonecas. Mas ela nao sabia... Eu tinha vergonha de falar. Tinha vergonha de dizer que queria ser como ela e que também sonhava em viajar e em conhecer o mundo.

Bom... Hoje. Acho que ela sabe. Te amo Mamessinas!!!! 



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5 de maio de 2013

Lendo Paulo Coelho

Mais um livro que me inspira e que desejo compartilhar com vocês. Eu não esperava quase nada deste livro, já havia ouvido falarem muito mal dele, que era fraco e sem sentido. Ou simplesmente chato. Então comecei a ler sem pretensões e talvez, até mesmo um pouco de medo.

Eu já li Paulo Coelho antes e tenho segurança de dizer que gosto. Não ligo para as críticas que recebe por ser tão comercial ou o que for, eu o admiro mesmo assim. Admiro com meus olhos de bruxa e também de aspirante a escritora. Li “O Alquimista” e depois Brida, em inglês! Estava na Holanda e em uma de minhas viagens tive uma vontade louca de saber como um livro originalmente escrito em português seria em outro idioma. Então comprei Brida em inglês. Também gostei.

E hoje leio “A bruxa de Portobello”. Uma história pela qual estou apaixonada. Mas não é para a maioria, ela é densa, é diferente, é filosófica e inspiradora. Não é uma leitura comum. É sobre a transformação de uma pessoa em sua vida, aos nossos olhos. Cada capítulo trata de um aspecto da moça Athena, contato por uma pessoa que a conheceu. Então, cada capítulo é carregado de sentimentos diferentes um do outro, e nós percebemos Athena através do impacto e da visão de outros. Que não é sempre a mesma. Desta vez não me identifiquei em Athena... mas pelo contrário, ela é tão diferente, mas tão diferente que acho que foi isso que me atraiu. Ela é o que eu posso ser... ao menos em alguns momentos, em algumas narrativas.

O Livro realmente não é uma história que encante qualquer um. Tem citações fantásticas, que tiram o fôlego, mas é um livro filosófico e tem seu próprio ritmo, que para alguns pode ser bem cansativo. Mas independentemente de tudo isso, me marcou. Pensei que também posso trazer essa mudança para minha vida, e realizar talvez uma pequena mudança ao meu redor... Se eu mudar a mim mesma antes. Se for mais feliz, se dançar mais, se sentir mais a natureza e o mundo.
Ao menos senti isso durante a leitura. E espero continuar sentindo, independente do que leia a seguir.

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2 de maio de 2013

Aniversário no Hopi Hari

Tenho tido tão pouco tempo de me dedicar a mim que tenho deixado minha mina às moscas. Mas vou tentar escrever as novidades. Celebrei meu aniversário com uns poucos amigos com uma ida ao Hopi Hari. Foi uma aventura diferente. Fomos em seis amigos, que nao se conheciam direito, mas que queriam ter um dia para quebrar a rotina, de trabalho, trabalho, trabalho e dois dias para dormir e cuidar da casa. Todo mundo adulto. Todo mundo responsável... E todo mundo sem tempo.

Talvez por ter feito 27 anos e estar me aproximando dos "30"... este ano eu não queria festa, presentes... eu queria brincar. E brincar muito. Inicialmente queria ir a um parque aquático... mas nenhum amigo acatou a idéia e então surgiu o Hopi Hari... brincar, ser crianças, esquecer as responsabilidades. Correr pra lá e pra cá e gritar esquecendo da vida. Ficar sem voz e queimar o rosto até doer.


Então, no domingo passado marcamos um encontro lá no Hopi Hari, parque de diversões em Vinhedo. Foi a quinta vez que fui ao parque, mas a última vez já fazia quase 10 anos. As últimas vezes que fui foram incríveis. Nos divertimos muito, todos as atrações funcionando, pouca fila, um sol gostoso e boa companhia.


Esta vez foi totalmente diferente. Ok, a companhia tambpem foi ótima, mas no geral achei o parque bastante decadente.
Estávamos em seis amigos. Saí de Santos às 7hs da manhã com o Felipe e a Camila. E iríamos encontrar já no parque com a Tatiane e o Carlos, vindos de Santo André e o Davi, saindo de Campinas. Nos encontramos assim que o parque abriu e partimos para o "Velho Oeste", indo primeiro no Rio Bravo. Ficamos encharcados, completamento. E rimos muito. 

Partimos para o Evolution, um brinquedo que faz um 360º no ar, e gira sobre si mesmo. Estranhei não haver fila e fomos informados de que tinham dado uma... "pausa técnica", para uma manutenção básica. Seguimos em frente e notamos mesmo que metade das atrações estavam paradas e as que funcionavam precisavam de paradas técnicas com frequência. A multidão não era absurda, mas com pouco brinquedos disponíveis que quase não tínhamos opções; e obviamente o resto do pública pensava o mesmo. Tudo lotado... lotado lotado... e caro! Todos os lanches disponíveis custavam acima de 20 reais (e era "hot pocket"), não havia quase variedade nenhuma e comemos cercados por abelhas.
Ao nosso lado um menino de uns 8 anos foi picado e nem nós e nem a mãe sabíamos onde eles poderiam encontrar auxílio ou uma enfermaria. Não havia nem sinal, nem cheiro, nem cartazes informativos.
De nós todos, dois nunca haviam ido ao Hopi Hari, estavam felizes, mas um pouco decepcionados. 
Mas em geral o dia foi gostoso... e vocês pode curtir as fotos!!!



Aqui só falta o Felipe!


Após uma hora de fila...
Segunda hora de fila.

Olha eu ali na direita!!!!

Meu presente de aniversário!






Uhuuuu! 









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