27 de fevereiro de 2012

Invejinha e saudades!

Para falar a verdade esses últimos dias eu andei um pouco sem assunto para o blog. Sem saber o que queria compartilhar aqui, porque por mais que este seja um espaço meu, ele é também para vocês... meus leitores e amigos.

Mas acho que hoje quero falar sobre inveja. Aquela invejinha discreta, que não faz mal a ninguém apenas tira um pouco a sua atenção dos seus afazeres e te põe a sonhar e idealizar tudo que você queria também. Vocês já sabem que estou fazendo um trabalho "freelance" para uma agência que realiza programa de au pair na Holanda. E sabem também que eu mesma já fui uma au pair na Holanda e que me apaixonei pelo país, sua cultura, idioma e pela minha Host family.  E que sonho em um dia voltar para lá. Tenho muitos planos para o meu futuro e minha carreira (já falei aqui antes em outro post) e todos envolvem alguma experiência internacional. Mas por enquanto a minha vida é Brasil e é aqui que eu tenho que estar no momento.
E lidar com meninas que vão para a Holanda serem au pairs... é incrível e eu adoro nossas conversas e relembrar meu ano, mas fica no peito aquele sentimento de invejinha. Aquele sentimento de "ai como eu quero poder te encontrar lá e podermos sair juntas!!!" E eu fico tão animada por elas que quero prepará-las, ajudar, dar dicas e perguntas a elas o que elas esperam do programa, da família do país!!! E depois, elas embarcam nesta aventura e eu fico aqui torcendo para que tudo dê certo. E que de certa forma, elas não me esqueçam. 


Então fico viajando por páginas de agências de au pair em países que nos aceitam até os 30 anos de idade. Isso caso meus primeiros dois projetos não deem certo. Pois eu quero essas experiências e quero conquistá-las eu mesma.


Justamente porque eu estou por aqui ansiosa para viver novas aventuras e embarcar numa carreira internacional, acho que fico revendo meu ano fora e pensando que não fiz tudo que queria, que eu podia ter feito muito mais, vivido muito mais, conhecido muito mais e crescido mais. Alguém já se sentiu asim? 


Por enquanto preciso continuar crescendo por aqui, até estar pronta novamente para cair no mundo de vez!!!


Ah, e por favor não esqueçam de comentar... amo comentários, amo ler o que vocês pensaram quando passaram por aqui!!!
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17 de fevereiro de 2012

Eu ainda quero aprender Nederlands!

Um ano na Holanda há quase 2 anos atrás e um medo terrível de esquecer tudo que eu já aprendi da língua holandesa.

Quando estava lá eu não frequentava direito as aulas. A escola que minha Host Family me matriculou era em outra cidade e muitas vezes eu demorava mais de uma hora para chegar e depois para voltar da aula, o que atrapalhava tudo. As aulas eram às quartas-feiras, um dos meus mais cansativos dias como au pair. As crianças saíam mais cedo da escola, tinha de levá-las em vários compromissos diferentes como hockey em horários diferentes, aula de reforço ou natação. E algumas vezes os pais chegavam atrasados neste dia. Não preciso explicar direito porque às quartas-feiras eu estava morta.

Hoje fico imaginando se eu não poderia ter conversado com o Host para encontrar outro curso mais perto de onde morávamos. Como ele pagou o semestre todo adiantado, eu nunca tive coragem de perguntar, mas hoje penso que deveria. Talvez a escola devolvesse o dinheiro, ou eu mesma pudesse reembolsá-lo já que eu queria muito estudar o idioma, só que em algum lugar mais próximo.

Cheguei a comprar um livro para aprender sozinha, e nos dias em que eu levava o Morris na creche e precisava fazer hora por lá por também era muito longe, eu ficava numa cafeteria degustando um gostoso capuccino e escutando no meu antigo MP3 Player as lições de Nederlands. Era algo que gostava muito de fazer. Levava o menino na bakfiets para a creche e ocasionalmente alternava a cafeteria por parques ou bosques em frente a lagos e ficava estudando e apreciando a paisagem. Acho que aprendi bastante nesta época.

Alguns meses depois o inverno chegou e nos mudamos para Wassenaar, que era bem mais perto da nova creche e da escola das meninas e também meus afazeres mudaram, o que me impedia de estudar na parte da manhã. A partir daí meu desenvolvimento no idioma holandês foi só mesmo no dia a dia; na conversas com minhas crianças, na rua e com alguns novos amigos. A maioria dos meus amigos já estava tão acostumada a falar inglês comigo que era praticamente impossível mudar. E holandeses tem um hábito incrível de se notarem que você não domina a língua já partem pro inglês sem nem pensar!!!E não era o que eu queria... eu queria aprender mesmo!


Fiquei praticamente um ano parada. Sem praticar nada! E em 2012 resolvi pegar o idioma de novo para não esquecer ainda mais. Tirei os livros do armário, e comecei também a procurar websites legais para estudar. 


Encontrei um que disponibiliza Podcasts do idioma, muito interessantes. Cada dia da semana eles tem um tema diferentes, em todos os níveis de aprendizagem:


www.languagepod101.com - Neste site eles tem cursos e Podcasts de 21 idiomas diferentes (inclusive o holandês , que é o que eu procuro!) E eu ADORO Podcasts!


Por enquanto estou gostando muito do Podcast. Além de lições e diálogos breves (aos quais conseguimos nos manter atentos) também tem seção de notícias apresentadas sempre por dois Hosts , tutores de idiomas diferentes e vindos de países diferentes. O website também manda dicas e te informa muito sobre a cultura do local. E ainda não tive tempo de ver tudo que eles tem disponível.


Outro site já muito conhecido que também disponibiliza um conteúdo legal é o LiveMocha , que é formado por uma grande comunidade de nativos (de todos os idiomas) e interessados em aprender e você tem acesso a muitos recursos legais. 


Alguém conhece mais algum website ou livro de holandês para me indicar? 
Beijos a todos e bom Carnaval aos que vão pular!!! (Eu estarei trabalhando)
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14 de fevereiro de 2012

Sushi com mosquito e sem hashi!

Você já foi a algum restaurante em que o ambiente era todo lindo mas o atendimento péssimo? E o valor mais barato acaba saindo extremamente caro na sua cabeça?

Pois é, essa é uma história daquelas... Outro dia e eu meu namorido Guitarrista decididmos ir a um restaurante japonês aqui na cidade. Nós dois SEMPRE vamos aos mesmos dois restaurantes, ou a Tika ou o Nagazaki. E gostamos de ambos. Fomos de moto enquanto garoava na Tika, estava fechado. E ficamos rodando sem saber exatamente onde ir. Próximo à minha antiga casa, onde morei toda minha infância, encontramos um restaurante chamado Momoe, de fachada muito bonita e anunciando promoções interessantes! Opaaa!!! É esse mesmo! Felipe não queria muito ir alegando que não conhecíamos direito o local, nem ninguém que já tivesse ido lá. Mas eu sou toda novidades,né?
--Puxa! Mas por isso mesmo que temos que ir. Quem sabe é um local super legal e a gente acaba gostando?!?

Logo que entramos umas moças saíam felizes tirando fotos de cada centímetro do local. Ponto pra mim! O restaurante deve ser gostoso! Entramos. Logo fomos atendidos, sentamos numa mesa ao canto e como quase não tinha ninguém imaginamos que logo seríamos atendidos. Escolhemos o que queríamos : yakissoba, gohan, temaki de atum e perguntamos à garçonete se eles faziam hossomaki de dois sabores e ela foi consultar o sushiman e voltou nos dizendo que era possível e prosseguimos a pedir as bebidas para acompanhar.

 Enquanto não chegavam as bebidas, começamos a reparar que os mosquitinhos embaixo da mesa estavam a mil!!! O ar condicionado não estava ligado devido ao número reduzido de clientes e os mosquitos estavam sedentos.

Meu suco veio, e também o temaki e os hossomakis. nada da coca cola. Comentei com a garçonete, que prontamente trouxe o refrigerante. A comida veio e nada de vir talher nenhum, nem hashi nem garfo e faca! Pedimos e o garçom pareceu confuso com o nosso pedido. Comemos a comida, fomos comidos pelos mosquitos e nada do gohan aparecer. Desistimos e resolvemos pagar, já eram quase meia noite e o dia seguinte era dia normal de trabalho. 

No caixa a conta não batia, o valor era absurdo. Nos foi cobrado o gohan( que não veio e eu avisei a moça) duas coca-colas (consumida só foi uma) e duas porções de hossomaki inteiras, sendo que haviamos perguntado se podia ser meio a meio. A dona pediu desculpas pela garçonete e chamou o marido para habilitar a edição da conta no sistema. Enquanto sua mulher nos pedia desculpas ele a corrigia:
-- Não é nossa culpa que ninguém faz o trabalho direito. 

E olhando para mim e para o Felipe:
--Nem de vocês. Vocês não tem culpa e eu também não tenho culpa. Mas nós não fazemos metade de hossomaki porque se fizermos perdemos a outra parte e ninguém poderia ter autorizado isso...

E blá blá blá... Tivemos a impressão de que ele falou isso umas quatro ou cinco vezes, garantindo que a culpa não era dele. Que tem restaurante que faz isso,mas eles não e que agora ele teria que arrumar alguma forma de resolver o problema, que não deveria existir e ai ai ai ai! Nem comentei que não vieram talheres ou que os mosquitos nos picaram até! Apenas comentei sobre a coca-cola e o gohan que nunca vieram. Mas senti que a garçonete iria escutar muito.

E na minha opinião particular... ele é tão responsável quanto ela por essa sucessão de erros. Ele é o administrador do restaurante, responsável por assegurar os clientes com bons funcionários. Instruir os funcionários a oferecer o melhor serviço possível.  Sua mulher se desculpava em nome do restaurante e ele não parava de nos explicar porque eles não tinham culpa nenhuma. Acabei achando que a culpa era toda minha! Sua mulher nos garantia que quando retornássemos ela mesma nos atenderia. Mas desde que pedimos a conta até conseguirmos ir embora já haviam se passado mais de 20 minutos, tudo escutando seu marido negar sua culpa pelos erros cometidos. 

O bom para nós dois, eu e meu Guitarrista, é que fomos lá meio brigados para conversar e acabamos unidos em uma causa única devido ao mau atendimento! Acabamos rindo juntos depois de onde eu nos meti  e parece que entre nós tudo ficou bem.

Mesmo assim...sinceramente, acho que não quero voltar... 

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10 de fevereiro de 2012

Agora eu tenho um Roster Number!

Já faz algum tempo que eu queria dividir com vocês alguns dos meus planos, mas para ser bem sincera, muitas vezes tenho medo. Receio de que eu divulgue, divulgue e acredite numa coisa só para depois não vê-la realizada e fica triste e decepcionada comigo. Mas decidi dar os primeiros passos mais firmes e concretos em direção a meus objetivos e compartilhá-los.


Quando escolhi fazer Relações Internacionais de faculdade, imaginava que trabalharia ajudando pessoas, fora do Brasil, viajando... quem sabe na ONU. Fazer a diferença na vida de outras pessoas, ao mesmo tempo em que descubro um mundo totalmente diferente. Eu já sonhava com a ONU quando minha tia Silvia passou em todos os testes e começou a trabalhar com eles.


Em 2005, alguns meses depois que ela havia começado em Nova Iorque, fui visitá-la e conhecer a sede da ONU na cidade. Um lugar fantástico e é uma pena que eu não tenha fotos.


Já pensei em me candidatar a alguma vaga de voluntária da ONU, mas sempre que buscava o assunto ou eu não tinha idade o suficiente ou me faltava formação profissional ou tempo de experiência. Sempre alguma coisa parecia estar fora de sintonia.

Da última vez que encontrei minha tia, ela me encorajou a tentar novamente. Disse que amadureci bastante e que eu finalmente tinha os pré-requisitos para inscrição no programa de seleção do voluntários. Veja bem, na seleção, ter os requisitos mínimos como idade, formação universitária, experiência profissional não vão garatir que eu consiga vaga nenhuma. Mas agora pelo menos eu posso tentar. Ela me disse que seria anti-ético (obviamente) me ajudar com o processo, mas me forneceu websites legais para eu pesquisar o assunto e montar meu Perfil de possível UNV (United Nations Volunteer)


Agora, algumas semanas depois meu perfil está pronto. Já tenho um "Roster Number" que é um número de candidato, com o qual poderão acessar meu currículo e ver se posso realmente ser uma voluntária. Neste mesmo e-mail resposta, também diz que anualmente eles chamam uma média de 2000 voluntários desses inscritos... e são anualmente 50 mil inscritos tentando se encaixar nas vagas... E como minha é... minha tia, não posso indicá-la como referência pessoal do meu caráter e etc. è praticamente impossível, mas quem sabe?!?! Não faz mal tentar, não é mesmo? Eu ainda desejo fazer a diferença e vivenciar outras culturas.


Agora é só esperar e continuar torcendo, continuar fazendo outros projetos de vida. Analisando propostas legais de crescer profissional e pessoalmente!!!


E para os interessados, seguem os websites legais sobre voluntariado e trabalho no exterior: Tinha mais um, mas não consigo me lembrar o endereço!!! 

United Nations Volunteers 

Relief Web 

Beijoooos 

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7 de fevereiro de 2012

Renovação de Paciência!

Como alguns aqui já sabem... eu tenho um longo e difícil relacionamento com o ato de dirigir. E aparentemente isso se estende à minha carteira de motorista também! Depois de vencido o medo de dirigir (podem ver post sobre isso aqui Medo de Bicicleta ), como não tenho carro, pouco treinei para "pegar prática",mas não me importava com isso. O importante era que o medo tinha definitivamente passado. Mesmo com os errinhos ocasionais na direção.


Pouco antes do meu aniversário do ano passado, fui à praia com o meu guitarrista e diversos Toy Voyagers e passamos um sábado bem legal por lá. Ou quase bem legal... sem perceber deixei minha carteira cair na areia e fui embora sem ela. Lógico! Sou super desastrada, tinha que perdê-la pouco antes de ter de renovar minha CNH. E com tudo que era documento dentro. Poderia ser pior... afinal não tinha nenhum dinheiro dentro, mas tinha cartão de débito. E identidade... e minha existência praticamente! 


No mesmo dia, liguei para todos os locais possíveis que lembrasse que deveria avisar e notificar o ocorrido e abri um B.O. na internet. Ainda passei meses esperando que algum documento aparecesse na agência central do correio... e nada! (As vezes ainda olho para ver se meu nome aparece por lá).  E na segunda-feira corri ao Poupatempo, queria tirar a segunda via da carteira de motorista e já renová-la. É... eles me deram as informações de como eu deveria proceder (ou como eles imaginavam que eu deveria) porque ao analisarem meus dados, minha CNH estava registrada em Marília, onde eu tirei carta e como eu não moro mais lá teria de pedir a transferência para Santos.


Ok, e como eu faço isso? Fui ao DETRAN e descubro que para a transferência preciso ter a CNH em mãos, de preferência já renovada. Então, voltei com o B.O. e nada! Me mandaram para lá e para cá e os meses foram passando. A renovação da minha carteira de motorista já havia se transformado em renovação de paciência... Fui pra lá e pra cá, sem chegar a lugar algum. Até que resolvi ir a um despachante e desembolsar uma graniiiiiinha para acabar logo com isso.Mas o despachante ajeitou tudo em menos de 10 dias corridos! Ai se eu tivesse feito isso antes!


E quase um ano depois (perdi o documento em abril) estou quase com carteira renovada, transferida e nova via! Falta bem pouco. Já tirei a nova foto no DETRAN e tive minhas digitais todinhas registradas no sistema. Fata apenas fazer o exame médico na clínica sorteada pelo próprio DETRAN. E vou ter porte de arma, quer dizer permissão para dirigir. E sem medo sei que vai ficar tudo bem. 

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4 de fevereiro de 2012

De Portugal para o Brasil e o Mundo!

Essa é a história da minha tia. Ou prima. Vocês já pararam para pensar que tem pessoas, amigos ou familiares, que você passa um tempão sem notícias ou sem revê-los e quando finalmente os encontra... é como se tivessem se visto ontem e nada tivesse mudado no relacionamento de vocês? E aos poucos, você realmente sente que nada mudou mesmo?

Assim é o relacionamento entre minha Mamessinas (meu irmão a chama só de Mãe mesmo) e minha tia Silvia. Minha tia nasceu no Brasil, com poucos meses de vida mudou-se para Portugal onde morou até uns 19 anos, não tenho certeza. Minha mãe nasceu aqui e sempre morou aqui e como se pode imaginar as duas não tinham contato. E mais ou menos aos 12 anos começaram a se corresponder por cartas. E se tornaram amigas. Anos mais tarde quando minha Tia veio morar no Brasil, as duas finalmente se conheceram e sua amizade ficou ainda mais forte.



Elas não são irmãs na verdade. Minha mãe é dois anos mais velha que a tia Silvia e é prima direta (primeiro grau) da mãe dela!!! A mãe da Tia Silvia e a minha mãe são primas, mas com uma graaande diferença de idade, o que fazia com que minha avó e a mãe da Tia Silvia se tornassem amigas (tia e sobrinha) e depois as filhas delas. 


Lógico, tudo isso foi muito antes de mim.O tempo passou, ambas casaram tiveram filhos e suas vidas continuavam ligada. Até que uma delas foi aprovada num processo seletivo da ONU e partiu do país em direção ao mundo. Eu ainda fui visitá-la e aos meus primos em Nova Iorque. E foi minha primeira viagem para fora do país. Foi tudo maravilhoso e eu aprendi muita coisa. Comprei muita coisa também! 

Desde então nos vemos pouco, mais ou menos uma vez por ano, quando minha tia ou meus primos vem ao Brasil. E nem sempre veem ao mesmo tempo.Raras vezes em que vi os quatro de uma só vez, juntos no mesmo país! Ocasionalmente via minha prima Marianna, ou um de seus irmão, Thiago e Rodrigo.
Outro dia nós encontramos novamente. Todas as moças, minha Mamessinas, eu, minha Tia Silvia e minha prima Marianna. Era como se nunca tivessemos ficado tanto tempo sepradas e sem comunicação umas com as outras. O carinho estava presente, forte e éramos cúmplices novamente, como sempre. Cúmplices dos nossos sonhos e desabafos, falando desde nossos planos para o futuro a encontros do passado. 

Algumas vezes vi minha mãe reclamar: "Nossa, sua tia está tão sumida. Não consigo falar com ela..." E ficava triste. Mas ao se reencontrarem eram beijos, abraços, apertos e blá blá blá blá como eu imagino ter sido na primeira vez em que se viram.


Hoje em dia ela trabalha na Africa. E sua filha também. Trabalhou alguns anos na Libéria e acho que hoje está no Chade, não tenho certeza. E a Mari está no Sudão. Também na ONU, como voluntária. Meus primos também já moraram em Nova Iorque, na época em que os visitei (2005), Portugal antes e depois disso e o Thiago também já fixou suas raízes pela Itália e pela China. Não param! Nenhum deles. Nem mãe nem filhos. Eu também quero muito ser assim... e viver assim, ser cidadã do mundo, ter essa nacionalidade. Poucos dias juntos e eles já se despediram de mim novamente e seguiram rumo a este mundão. Por enquanto eu fico... 


Agora elas já voltaram para sua casa, o Mundo. E nós ficamos com as saudades!
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