1 de outubro de 2013

Concurso Cultural: Simplesmente Fomos Ver!

Concurso Cultural: Simplesmente Fomos Ver



Eu e minha amiga espanhola, Vanessa
 
Em nossas melhores aventuras pelo mundo, sempre nos conectamos a alguém. Alguém que nos entende, que nos anima e com quem podemos sempre contar. Este concurso é para os melhores amigos. Aqueles inseparáveis, que riem, choram, se encontram e se perdem e tudo ao mesmo tempo.
E para comemorar o 5º ano do meu blog (Sim, o blog faz 5 aninhos dia 2 de outubro!!!)... temos um concurso divertido para todos vocês!!!

Na Holanda, Vanessa e eu não tivemos muito tempo juntas para aproveitar. Já estava no fim de nosso intercâmbio quando nos conhecemos. E mesmo assim fizemos valer a pena. Sem fronteiras, andamos pela Holanda de bicicleta em busca de seus parques , flores e cultura. Brasileira e espanhola unidas pelas tulipas e tamancos.

Na Bélgica, Cíntia e Amanda se tornaram amigas e compartilharam aventuras e viagens. Conheceram mais cidades que os próprios belgas, se meteram em enrrascadas e tiraram muitas fotos. E foram tantas maluquices, que a aventura rendeu um livro... um livro que você vai conhecer agora e ainda tem a chance de ganhar! Se animou? veja as regras!

Cíntia, com seu livro maravilhoso!!!!


Concurso: Simplesmente Fomos Ver

Prêmio: Dois livros "Simplesmente Fui Ver" da autora Cíntia Magalhães para a foto vencedora (um para cada participante)

Como Concorrer?
- Crie junto com seu amigo (a) uma montagem de fotos só de vocês em suas melhores aventuras. (Apenas duas pessoas por montagem)
- Dê um título para a montagem e envie à Caçadora
- Num texto, escreva os nomes dos amigos e um pouco sobre a amizade de vocês.
- Compartilhar a foto com os amigos; a foto com mais "curtir" será uma das vencedore vencedora e cada amigo da foto será presenteado com um livro "Simplesmente Fui Ver"
- Também será premiada a melhor montagem criada. Julgada por uma comissão de 5 pessoas sem relação com nenhum dos participantes.

Regras para cada participante:
- Curtir a página do blog "A Caçadora de Esmeraldas" - https://www.facebook.com/ACacadoraDeEsmeraldas
- Curtir a Página do Livro "Simplesmente Fui Ver" - https://www.facebook.com/SimplesmenteFuiVer?fref=ts
- Enviar a montagem à Caçadora dentro da data limite para inscrição
- Não é necessário morar no Brasil
- Somente duas pessoas por montagem (os participantes devem aparecer nas fotos)
- A foto pode ser tirada de qualquer local
- Uma pessoa pode inscrever uma montagem com um amigo e outra montagem com outro amigo
- Os participantes aceitam que suas fotos sejam divulgadas nas páginas do livro e do blog.
- Os participantes aceitam terem suas montagens divulgadas no blog
- Os vencedores terão a opção de escrever sobre os momentos da foto e sua amizade em um post especial no blog A caçadora de Esmeraldas.
- Podem participar pessoas de quaisquer idades
- Podem ser feitas montagens
- O concurso inicia em 25 de setembro 2013
- O término do concurso será em 20 de novembro de 2013
- A montagem com mais curtir será a vencedora de dois livros "Simplesmente fui ver"
- A montagem escolhida pela comissão julgadora será vencedora de dois livros "Simplesmente fui ver".


Para os que se interessaram pelo livro, confiram o primeiro capítulohttp://issuu.com/ola_cintia/docs/simplesmente_fui_ver

BOA SORTE!!!!
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22 de setembro de 2013

Carreto e Mudança

Eu já tinha preparado um post. Divertido. Eu tinha escrito tudo em um papel. Um papel de rascunho que peguei no trabalho e ao voltar muito cedo do horário de almoço, resolvi passar o tempo escrevendo meu post. Não era nada assim... uma brastemp, mas era alguma coisa e era minha. E agora sumiu!

Então juntei a preguiça de colocar as idéias em ordem novamente e o fato de ainda esperar que o papel aparecesse e deixei que se passassem alguns dias sem que eu voltasse ao blog. E assim acaba passando muito tempo.

Fizemos a mudança para São Paulo no feriado de 9 de julho. Colocamos todas as caixas, malas e cacarecos nos carros e viemos todos juntos. Esperávamos que o carreto trouxesse o restante ainda no final do mês, então peguei emprestado um colchão do meu irmão e me vi dormindo como na república em Marília. No chão num quarto quase vazio. Cheguei a pensar por algumas vezes que deveria comprar uma cama nova ao invés de pagar um carreto para trazê-la para cá. Como moro numa rua pequena e movimentada, quase na Paulista, são pouquissímos os horários que podemos parar um carreto aqui em frente para descarregarmos os móveis. Então final de julho virou começo de agosto, depois final de agosto e em fim... setembro. 

E numa sexta-feira em setembro, minha mãe e o Felipe vieram a noite para ajudar. O carreto estava programado para às 8 da manhã do dia seguinte. E iríamos ajudá-lo. No dia seguinte, ainda às 7h20, toca o interfone avisando que o carreto chegou e estava com pressa. Corremos a colocar qualquer roupa no corpo (ainda estávamos dormindo!) e fazer espaço para os móveis. Cama, armário, outra cama, caixas, etc. 

Eram um senhor e seu filho. O senhor ligado no 220v correndo com a mudança, dizendo que precisava retornar a Santos o mais rapidamente possível pois tinha que acompanhar a biópsia da sua mulher. o Filho em outro mundo, mais dormindo que acordado, sem saber o que fazer e só caminhando pela casa, sem rumo. Comecei a fazer um café para todos enquanto meu namorado e minha mãe ajudavam os rapazes a trazer a mobília para dentro. Nos informaram que em vista do retorno à Santos não teriam tempo de montar os móveis. Olhei para meu namorado pedindo apoio... acho que até aquele dia só sabia montar móveis do IKEA. Ele me assegurou, tranquilo, que poderíamos montar tudo rapidinho e que não tinha problema nenhum. Sorri ao senhor e ofereci o café. Ele negou sem graça e meio atrapalhado, avisando que precisava mesmo voltar e nos despedimos. Tudo bem até aí!

Tomamos o café, conversamos um pouco e comemoramos o final da minha novela mudança para São Paulo. Ainda pedi que só montássemos os móveis depois do almoço, estava com preguiça. Mas vamos lá... aí quem sabe eu já poderia cochilar na minha cama, né? Felipe foi para o quarto começar e eu ajudei minha mãe com a louça. Logo ele volta:

- Veja se você sente falta de algo no quarto.

Ok... pensando ser alguma brincadeira, lá fui eu. E realmente... contei o colchão, as 4 gavetas da cama, o estrado e a cabeceira... e as madeiras que juntam tudo isso??? Cadê? Olhamos por toda casa, no corredor, nas escadas, no estacionamento... em todos os locais possíveis e imagináveis! NADA! Nada! Na-da! Ligamos para o senhor do carreto. Caixa Postal. Ligamos novamente e novamente e nada. Até que minha mãe conseguiu falar com ele.

- Não me diga isso!!!!! Nããããão!!!! Te ligo de volta que estou no meio da estrada.

E foi isso. Não ouvimos mais dele até uma semana mais tarde quando finalmente atendeu nossa ligação. Começamos a conta tudo e descobrimos que falatavam também duas portas de vidro do hack da sala... e perguntamos quando ele poderia levar. Novamente, combinávamos um dia e nada dava certo. Até que combinamos numa quinta-feira, duas semanas mais tarde.

E na segunda-feira antes desse dia em que ele deveria entregar o restante dos móveis, chego em casa e encontro os pedaços da cama do lado de fora da minha porta, no corredor. Coloquei tudo pra dentro, contei e ebaaaa! As madeiras estão aqui... mas e os vidros? Liguei pra minha mãe, que já tinha sido contatada pelo carreto... "Senhora, desculpe... pude ir lá hoje, mas esqueci os vidros". 

E assim... mudamos tudo mais que faltava (incluindo meus gatinos lindinos!) e ainda não terminei de montar o hack, faltam as portinhas de vidro.

Acho que sairia mais barato ter comprado tudo novo, ou ter contratado uma empresa de mudança. Dor de cabeça e estresse pelo menor preço as vezes não vale a pena!!!


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27 de julho de 2013

Aprendendo a contar

Hoje, quando retornava para minha nova casa em São Paulo, vi uma pequena família caminhando a minha frente. Pai, mãe e um menino de no máximo três anos, todos de origem bem simples, parecendo recém chegados na cidade grande. 

O menino pulava a frente dos pais, a mãe ficava mais atrás, olhando sua cria enquanto o pai, animado, brincava com a criança. 

"1, 2,3,4,5,6,7,8,9, e ..." 
"10" - respondia o menino.

E entao, para minha grande surpresa, o pai continuava instigando o menino a aprender.

"2,4,6,8,10
Para ver o menino responder, com alguma dificuldade: 
"1,3,5,7,9"

E depois, tudo de novo. Primeiro o pai, depois o filho. Era a mesma brincadeira, com números, de diversas maneiras... O pai inventava uma forma nova e contar e esperava que o menino soubesse qual seria o próximo número a ser dito. Em geral, o menino acertava. Mas também pulava e brincava e esquecia os números, mas o pai não se cansava, se o menino não prestava atenção, ele continuava a brincadeira sozinho, perguntando e respondendo ou contando os números de todas as formas possíveis, inclusive de trás para frente e retomava a atenção da çrianca. 

"10,8,6,4 e..."

Em duas tentativas o meninos chegou ao "2". E eu reduzia meu passo afim de acompanha-los também. Queria saber até onde iria a brincadeira,até onde o pai conseguia ensinar e instigar o menininho a pensar. E continuei pasma... Ele deveria ter no máximo tres anos, não só pelo seu tamanho, mas pelas palavras e o jeito de falar. O menino estava decorando tudo e esperando por mais. O pai parava um pouco e o menino continuava contando nas ordens corretas... Ou errando de propósito e olhando para o pai, provavelmente esperando que ele o corrigisse. A mãe continuava atras e me olhou de relance, percebeu que eu observava e sorria. Não se importou, talvez tenha sentido ate orgulho de seu filho, vendo como gostava de aprender. 

E eu entendi que muito provavelmente a simples ali era eu. 
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7 de julho de 2013

São Paulo. Finalmente????

Esta semana minha atenção está focada em uma coisa: a mudança para São Paulo. Há malas pela casa toda, caixas com livros, louça, bugigangas e coisas que eu nem lembrava mais que possuía. E continuam aparecendo coisas de todos os cantos possíveis de meu minúsculo apartamento de um quarto em Santos. Parece impossível...

Depois de anos morando sozinha, em meu próprio espaço ( e com meu namorado) volto a morar em uma republica. Ter preocupações com meus colegas de apartamento, em dividir espaços comuns, onde certamente cada um irá querer de um jeito. E enfim, ter meu cantinho, meu pequeno espaço nesta cidade tão grande e tão caótica, mas que será meu novo lar pelos próximos anos. 

Na Terça-feira, feriado no estado de São Paulo, colocamos tudo em dois carros e subimos a serra para meu novo lar. Fui no carro com minha mãe, e meu Papassinos, Felipe e Mauri no outro. Eles chegaram antes e já colocaram tudo no quarto. Quando chegamos a casa já estava uma zona, com todas aquelas caixas e malas jogadas em qualquer local do quarto. Nos ajudaram, e logo, quase tudo que eu possuía estava lá, naquele quarto gelado. 

Meus tios estavam lá para ajudar e me receber. Entao, havia barulho, animação, celular tocando e gente falando pelos cotovelos. Eu não estava nervosa. Estava tudo bem. Almoçamos juntos no Shopping Paulista, resolvemos algumas coisas do apartamento, assinamos contratos e logo chegou o momento deles retornarem a Santos. Deixarem a mim e meu irmão naquele apartamento gelado em São Paulo. 

Já na despedida, antes deles partirem, eu já me sentia um caco. Algo que pode parecer estranho para alguém que já morou em tantos lugares, que adora mudar de ambientes e que vive dizendo que é uma parte nômade. É. Mas eu realmente estava um caco ao vê-los ir embora, ver a casa escura, meu irmão enfurnado em seu quarto. Um apartamento de republica, quase sem moveis, totalmente imerso na escuridão e meu quarto, único ambiente claro, bagunçado, vivido. Não sabia onde estavam as coisas que queria usar no momento, não sabia o que fazer para passar o tempo. Não tendo armários nem para poder arrumar minhas coisas. 

Brinquei no iPad, e pouco depois o Felipe entrou para conversar comigo. E eu chorei. Chorei mesmo, com a mudança toda, com a sensação de que estou regredindo ao invés de progredir, de saudades do meu namorado e dos meus gatinos, que ficaram na cidade praiana. E sei lá mais porque. 

Esta sensação é boa também, o medo, a incerteza e a saudade. Achonque é por isso que me considero meio nômade, por gostar um pouco deste medo, deste aprendizado... Ao menos depois que ele passa, gostar de saber que o senti.

Será que alguém pode entender algo assim, tão paradoxal? 


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26 de maio de 2013

Caçando Maluquices

Inspirada pelo blog "Diário de uma vida Estrangeira", resolvi fazer um post sobre minhas manias malucas. Todas as coisas esquisitas que pratico ou acredito... então respira fundo e vem comigo!

1. Só como em prato fundo. Prato raso não tem graça, todo mundo usa.

2. Só durmo de meia, mesmo num verão de 40ºC.

3. Quando eu era criança só ía para piscina de maiô, e só ía para a praia de biquini.

4. Em final de jogo do Santos, preciso assistir de "maria chiquinha". Não aquela no topo da cabeça, uma mais baixa; mas é o único jeito de me sentir confiante e ter fé no meu time. Vai entender, né?

5. Eu e meu pai temos um idioma próprio. Tudo que falamos termina em "inos". Eu o chamo de "papassinos", sou chamada de "filhotinas". Tenhos dois gatinos no meu apartamentinos, etc. E prontinos. E lógico, temos saudadinas monstrinas um do outro. E seus colegas de trabalho agora o chamam de "Popossinos" e chamam meu irmão de Zé Coisinas.

6. Sempre tenho um livro na bolsa. Não importa se eu esteja indo à praia, ao cinema, a um velório, ao supermercado...

7. Minha monografia do curso de Relações Internacionais foi "Como os EUA exportam o American Way of Life através do The Sims 2". Sim, e eu ainda jogo... como louca. Daqui a pouco já lança o 4, vou contar os dias.

8. Meu despertador toca às 5:11hs. Digo as horas exatas quando me perguntam "São 13:54hs". Se faço exercícios, uso números quebrados e ímpares. Numa brincadeira de par ou ímpar, nunca escolho par. Simpatia? Não... semrpe gostei de números ímpares, quando criança eu achava que escolhendo-os eles não se sentiriam sozinhos por ao dividir o número um sempre ficar sobrando.

9. Quando na escada ou no elevador, sempre piso na parte menos pisada... para balancear. Aquela que não fica desgastada. Também sempre assistia o segundo canal mais assistido, ou os programas menos assistidos, comia em restaurantes menos frequentados ou pedia os lanches menos pedidos. Sempre querendo dar atenção aos que não recebiam tanta atenção (pessoas ou coisas!)

10. Sempre sento na janelinha do veiculo, me sinto menos claustrofobica. (Coisa sem sentido)

11. Tenho idéias e sonhos loucos o tempo todo. Sabe desse tipo que a gente tem quando criança? É, para mim continua a mesma coisa, acho que nao cresci. Mas sempre gostei disso, mesmo que as vezes seja muito frustrante sonhar tanto e nao ver acontecer, né? 

12. Gosto de dançar loucamente.

13. O maior palavrão que eu falo é "meleca". 

E aí? Vocês compartilham alguma dessas loucuras comigo? 😛
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12 de maio de 2013

A paciência da mamãe.

Eu ainda era bem pequena, mas me lembro muito bem de colocar os sapatos de salto da minha mãe e desfilar pela casa. Fazia uma bagunça, nao colocava nada no lugar. Tirava sapato da mãe, do pai, colocava um pé de um e outro do outro, enfileirava tudo, depois separava por cor e depois por tamanho. Bagunçava tudo de novo jogando tudo pro alto e tentava achar os pares com os olhos fechados. 

Claro. Meu quarto nao era nem de perto tão legal para brincar. Já o quarto dos meus pais... Tão simples, com um armário embutido em uma das paredes, uma cama de casal ao centro e a sua frente um móvel pequeno com uma tv. As cortinas eram de um bege sem cor, algo bem à moda antiga, com um tecido diferente que raspava no corpo. Eu também adorava esticar as cortinas até encostarem na cama, e colocava algo para segurar a cortina em cima da cama. Fazendo uma cabaninha. Isso, eu logo ensinei ao meu irmão. E ele corria para pegar almofadas da sala e eu montava nosso forte. Só fazíamos essas loucuras a noite, quando meus pais estavam em casa. E repito, o quarto dele era muito mais divertido... Pois era necessário criatividade para brincar lá. 

Minha mãe sorria, ao menos é disso que me lembro. Nao sei se por dentro havia aquele desespero de ver seus filhos destruindo seu quarto. Nao sei também como se sentia quando via que meu pai havia afastado o sofá da parede e tínhamos feito piscina com todas as almofadas possíveis. A gente subia na mobília e se jogava naquele mar de almofadas. E ainda fingia nadar! E meu pai instigava tudo. Se a gente arrumava depois? Eu nao lembro... 

Eu me lembro de ser ainda bem pequena e ela sair para ir trabalhar me deixando em casa. Eu corria atras chorando, desesperada. Agarrada ao meu "nana". Hoje ela me diz que chorava também. Nao deve ser fácil. Quando já era maior e brigava com meu irmão, eu ficava numa extensão do telefone e ele na outra e a gente ligava para ela para resolver a briga. Nao me lembro dela ter desligado o telefone na gente, mesmo que a gente estivesse atrapalhando seu trabalho. Para nós, ela era a única advogada que podia resolver nosso impasse. Claro, se nao nos matássemos antes. 

Então, hoje é o dia dela. Dia das mães. Dia que tirei para relembrar como a via em minha infância, por mais que tivesse acabado de acordar eu a achava linda. Sem maquiagem, sem batom , de qualquer jeito. Se punha batom, eu queria também. Se ia trabalhar no banco,  eu brincava de caixa com minhas bonecas. Mas ela nao sabia... Eu tinha vergonha de falar. Tinha vergonha de dizer que queria ser como ela e que também sonhava em viajar e em conhecer o mundo.

Bom... Hoje. Acho que ela sabe. Te amo Mamessinas!!!! 



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5 de maio de 2013

Lendo Paulo Coelho

Mais um livro que me inspira e que desejo compartilhar com vocês. Eu não esperava quase nada deste livro, já havia ouvido falarem muito mal dele, que era fraco e sem sentido. Ou simplesmente chato. Então comecei a ler sem pretensões e talvez, até mesmo um pouco de medo.

Eu já li Paulo Coelho antes e tenho segurança de dizer que gosto. Não ligo para as críticas que recebe por ser tão comercial ou o que for, eu o admiro mesmo assim. Admiro com meus olhos de bruxa e também de aspirante a escritora. Li “O Alquimista” e depois Brida, em inglês! Estava na Holanda e em uma de minhas viagens tive uma vontade louca de saber como um livro originalmente escrito em português seria em outro idioma. Então comprei Brida em inglês. Também gostei.

E hoje leio “A bruxa de Portobello”. Uma história pela qual estou apaixonada. Mas não é para a maioria, ela é densa, é diferente, é filosófica e inspiradora. Não é uma leitura comum. É sobre a transformação de uma pessoa em sua vida, aos nossos olhos. Cada capítulo trata de um aspecto da moça Athena, contato por uma pessoa que a conheceu. Então, cada capítulo é carregado de sentimentos diferentes um do outro, e nós percebemos Athena através do impacto e da visão de outros. Que não é sempre a mesma. Desta vez não me identifiquei em Athena... mas pelo contrário, ela é tão diferente, mas tão diferente que acho que foi isso que me atraiu. Ela é o que eu posso ser... ao menos em alguns momentos, em algumas narrativas.

O Livro realmente não é uma história que encante qualquer um. Tem citações fantásticas, que tiram o fôlego, mas é um livro filosófico e tem seu próprio ritmo, que para alguns pode ser bem cansativo. Mas independentemente de tudo isso, me marcou. Pensei que também posso trazer essa mudança para minha vida, e realizar talvez uma pequena mudança ao meu redor... Se eu mudar a mim mesma antes. Se for mais feliz, se dançar mais, se sentir mais a natureza e o mundo.
Ao menos senti isso durante a leitura. E espero continuar sentindo, independente do que leia a seguir.

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2 de maio de 2013

Aniversário no Hopi Hari

Tenho tido tão pouco tempo de me dedicar a mim que tenho deixado minha mina às moscas. Mas vou tentar escrever as novidades. Celebrei meu aniversário com uns poucos amigos com uma ida ao Hopi Hari. Foi uma aventura diferente. Fomos em seis amigos, que nao se conheciam direito, mas que queriam ter um dia para quebrar a rotina, de trabalho, trabalho, trabalho e dois dias para dormir e cuidar da casa. Todo mundo adulto. Todo mundo responsável... E todo mundo sem tempo.

Talvez por ter feito 27 anos e estar me aproximando dos "30"... este ano eu não queria festa, presentes... eu queria brincar. E brincar muito. Inicialmente queria ir a um parque aquático... mas nenhum amigo acatou a idéia e então surgiu o Hopi Hari... brincar, ser crianças, esquecer as responsabilidades. Correr pra lá e pra cá e gritar esquecendo da vida. Ficar sem voz e queimar o rosto até doer.


Então, no domingo passado marcamos um encontro lá no Hopi Hari, parque de diversões em Vinhedo. Foi a quinta vez que fui ao parque, mas a última vez já fazia quase 10 anos. As últimas vezes que fui foram incríveis. Nos divertimos muito, todos as atrações funcionando, pouca fila, um sol gostoso e boa companhia.


Esta vez foi totalmente diferente. Ok, a companhia tambpem foi ótima, mas no geral achei o parque bastante decadente.
Estávamos em seis amigos. Saí de Santos às 7hs da manhã com o Felipe e a Camila. E iríamos encontrar já no parque com a Tatiane e o Carlos, vindos de Santo André e o Davi, saindo de Campinas. Nos encontramos assim que o parque abriu e partimos para o "Velho Oeste", indo primeiro no Rio Bravo. Ficamos encharcados, completamento. E rimos muito. 

Partimos para o Evolution, um brinquedo que faz um 360º no ar, e gira sobre si mesmo. Estranhei não haver fila e fomos informados de que tinham dado uma... "pausa técnica", para uma manutenção básica. Seguimos em frente e notamos mesmo que metade das atrações estavam paradas e as que funcionavam precisavam de paradas técnicas com frequência. A multidão não era absurda, mas com pouco brinquedos disponíveis que quase não tínhamos opções; e obviamente o resto do pública pensava o mesmo. Tudo lotado... lotado lotado... e caro! Todos os lanches disponíveis custavam acima de 20 reais (e era "hot pocket"), não havia quase variedade nenhuma e comemos cercados por abelhas.
Ao nosso lado um menino de uns 8 anos foi picado e nem nós e nem a mãe sabíamos onde eles poderiam encontrar auxílio ou uma enfermaria. Não havia nem sinal, nem cheiro, nem cartazes informativos.
De nós todos, dois nunca haviam ido ao Hopi Hari, estavam felizes, mas um pouco decepcionados. 
Mas em geral o dia foi gostoso... e vocês pode curtir as fotos!!!



Aqui só falta o Felipe!


Após uma hora de fila...
Segunda hora de fila.

Olha eu ali na direita!!!!

Meu presente de aniversário!






Uhuuuu! 









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18 de abril de 2013

Sobre fazer aniversário!

É isso, em menos de uma semana farei 27 anos. Quase não consigo acreditar. Quando era pequena e brincava de bpneca, eu dizia que iria casar aos 28 ou 29 anos, igual meus pais. E aos 30 gostaria de ter um filho. Hoje vejo o quanto meus sonhos e perspectivas mudaram. E como a imagem que eu fazia de mim quando criança era bem diferente.

Também achava que essa idade estava a anos-luz de mim. Era como uma era, algo que eu mal conseguia conceber. Não conseguia realmente ter idéia de que um dia realmente chegaria (e passaria) dos 25. Era como se a data fosse tão distante que fosse irreal. Hoje eu consigo quase apalpar minha própria velhice. Tudo parece muito mais real, próximo, vivo. E também consigo traçar planos. Mas há uma parte de mim (bem grande aliás) que acha que tudo está passando rápido demais. Como quando estava na Holanda; e em ambos os casos eu sinto que não estou aproveitando nada e nem conquistando nada. Parece que o tempo correu enquanto eu tentava pegá-lo com minhas mãos.

Todo ano os dias próximos ao meu aniversário costumam ser de estresse puro. Mas este ano aparentemente tem sido diferente. Até mesmo o clima está mais ameno. Então resolvi mostrar a vocês um pouco de mim... em fotos. Espero que gostem!!!

Nadz baby! Delicinha, vai?


Ajudando a mamãe!
Festa junina da escola
Loucura no Queensday em Amsterdam!


em 2012
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17 de março de 2013

Um mundo de Esmeraldas...

O primeiro selinho feito pela Caçadora!
Sei que muitos não curtem selinhos, correntes ou coisas do tipo, mas tive uma idéia simpática que gostaria de compartilhar.

É bem simples e com esta brincadeira, você terá a chance de conhecer blogs divertidos e legais que nunca tinha imaginado que existissem. E de quebra divulga o seu.


 
 
Passo a Passo:
 
1. Dentre os blogs que você mais gosta e segue, selecione 3 blogs dos quais vocês gosta muito para presentear com o selinho. (Não esqueça de avisá-los!!!)
 
2. Entre nos blogs seguidos pelos seus escolhidos e cace blogs que você ainda não conheça, mas que tenha achado interessantes... Um novo blog para cada um dos seus indicados. E presentei-os também com o selinho... (Escreva se apresentando e indicando o selinho das esmeraldas)
 
3. Faça um post com o selinho, as regras e os endereços dos 3 blogs escolhidos e qual novo blog que você conheceu através de cada um deles.
 
4. Notifique a todos!
 
Avise seus amigos e novos amigos para fazerem o mesmo... aumentando nosso contato dentro da blogosfera... E eu estou animada para receber o selinho de volta ;) Será que alguém irá caçar aqui no blog?
 
 
As minhas esmeraldas :
 
Surviving the Unknown - Blog da au pair Flávia, na Holanda
- esmeralda encontrada no blog da Flávia: Tamanco Verde e Amarelo - blog da au pair Lisa Zielk
 
Uma brasileira em Nashville - blog da Waleska
- esmeralda encontrada no blog da Waleska: Crônicas de Folhetim - blog da Paula
 
Family Around - blog da Ingrid, na Holanda
- esmeraldas encontrada no blog da Ingrid: Bailarina e Grávida - blog da Ana caterina
- mais um que não resisti... Minha Aquarela - blog da Cíntia
 
Quem quiser pegar o selinho e participar sem ter sido indicado aqui, fique livre para espalhar esmeraldas pela blogosfera e encontrar outras por aí, vou ficar mesmo muito feliz ;)
 

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8 de março de 2013

O dia do Respeito à Mulher!

Não estou aqui para queimar sutiãs. Nem para falar de feminismo. Hoje é o Dia Internacional das mulheres e quero fazer um apelo aos homens. Sim, aos homens. E por quê? Pois estatisticamente eles são o gênero que mais pratica violência contra as mulheres. Coloco desta forma pois existem mulheres que agem da mesma forma consigo mesmas, com outras e ainda aquelas que justificam os atos de seus homens. E que acreditam que são culpadas pela violência a que estão expostas e que sofrem.
Fonte: Google Images
Violência não é apenas o ato de ferir fisicamente. Palavras também machucam, também prendem ou libertam. Palavras vindas de alguém que amamos tem muito mais peso, muito mais verdade. E podem mexer com o emocional de qualquer um. E especialmente mexer com as mulheres, que vivem em um ambiente tipicamente patriarcal, machista e velado. Onde se faz vista grossa a essa violência. Pois o que as mulheres sofrem aqui é mascarado, pois ninguém aqui nos obriga a usar uma determinada roupa, corte de cabelo, ou ter certo tipo de comportamento.
Mas independente disso, somos julgadas por tudo. É mascarado pois o homem desfila com sua mulher sorridente pelas ruas, vão à praia, conversam com vizinhos; ele lhe compra flores e presentes e depois... quando a porta da casa se fecha, a história muda completamente. Ele tira sua máscara, deixa de ser o personagem que criou para o mundo. Ele xinga, bate e humilha sua mulher, ele subjuga e joga em sua cara tudo aquilo que fingiu ser natural e legal para os outros. De linda e admirada, ela passa a ser suja e vagabunda. Suas roupas podem virar motivo de briga, seu perfume, seu sorriso e seu jeito. Ele passa a perceber uma intenção pervertida em todos seus olhares na rua. É o inferno em casa.
Quem nunca teve algum vizinho que de tanto gritar você brincou “Um dia alguém ainda mata um nesta casa” ou “Não devem mais ter móvel nenhum inteiro desse jeito”. Você já chamou a polícia alguma vez? Já tentou sinalizar sutilmente que tal comportamento não é aceitável?
Mas a violência não precisa ser assim tão clara. Ela está em todo lugar, na forma como somos tratadas pelos homens(e mesmo por mulheres). No fato de algumas empresas desejarem apenas contratar mulheres com o falso discurso de sermos mais competentes e focadas. Com o tempo, a mulher percebe que na verdade foi contratada para ser inferior, para servir de exemplo, para aguentar a humilhação constante... pois um outro homem simplesmente riria e sairia andando, pediria as contas sorrindo e não se abalaria. Partiria para a próxima. A mulher briga consigo antes de se libertar, ela corre e chora desabafando com as amigas, ela pensa nos filhos , na mãe e no futuro. E ela engole as pedras e acorda para continuar um trabalho que só a mata por dentro.
É justo?
Uma vez ouvi de um chefe, anos atrás, após ele haver perguntado a mim e a outro funcionário se estávamos satisfeitos e ambos termos dito que não; ele me mandou embora da empresa dizendo que era uma “desaforada”, “boca dura” e que não se respondia isso a um chefe. O meu colega? Ele ganhou um aumento e o chefe lhe disse “Isso que é uma atitude de homem, tem que ter peito e coragem para ser promovido”. Eu não fui grossa. Eu não estava feliz, mas não fui mal educada. Não percebi que a situação era claramente sexista. Não percebi que havia ali um conflito de poder comigo... e que eu representava uma ameaça à autoridade dele.
Nunca havia parado para pensar que aquilo era maior que eu... era impensado. Ele próprio não tinha noção expressa da violência que praticava. Não percebia o padrão de suas ações... E isso acontece todo dia, as pessoas absorvem comportamentos e atitudes que não condizem mais com a nossa realidade. Mas reproduzimos isso sem pensar. Reproduzimos na tv, nas músicas, nas danças e na vida. Não percebemos... não temos quase consciência. Eu sei, pois eu não tinha.
Foi preciso olhar de longe, com um olhar amadurecido algumas situações que vivi, coisas tão banais e simples, pequenas que me passaram despercebidas. Foi ver rejeitado o currículo de um amigo (homem) que era tinha experiência e conhecimento para o cargo exigido e ouvir “Homem não contrato.” E depois ver contratada uma moça que não tinha o perfil necessário, que não entendia do assunto com que trabalhava... e logo a vi murchando e murchando, sentindo-se incapaz de exercer a função, escutando as humilhações por seus erros (e até acertos!) e tendo que ficar calada. Mas... ela não tinha capacitação para aquele cargo. E a decisão de contratá-la... de quem foi? Da mesma pessoa que a humilhava, a mesma pessoa que pisava nela sempre que podia... que a xingava na frente dos outros e dizia que uma funcionária como ela não prestava e que não deveria tê-la contratado. Mas ele também não a demitia. Foi então que comecei a perceber... que comecei a entender e notar que ninguém faz nada, porque vivemos desta forma, nos parece natural, do ambiente...
Então hoje meu principal apelo é aos homens. Vocês já agiram assim sem perceber? Vocês já viram algo assim acontecer e mal se deram conta? Isso não significa que vocês são maus e não os torna machistas, mas vocês são parte de uma comunidade machista e patriarcal, onde vocês foram criados desde a barriga para serem mais importantes. Reflitam... o verdadeiro homem, de maior caráter é aquele que assume e aprende com seus erros, é aquele que ensina as gerações futuras a se respeitarem e respeitarem os demais.
Uma mulher respeitada, se dá ao respeito. E é o ciclo... uma mulher que se dá ao respeito, também insitga mais respeito dos outros. Então, respeitem... e vamos contribuir para que todas saibam se respeitar também.
 Pensem se essas mulheres, as que sofrem caladas entre quatro paredes, as que são humilhadas moralmente em situações diversas, as que não se dão o respeito(pois provavelmente também ninguém nunca as respeitou)... imaginem por um momento que ela é sua filha, sua irmã, sua mãe. Imaginem então a mulher que mais significa para você, imagine que ela perde o brilho e a felicidade e vai se matando aos poucos calada, sem nem perceber porque, sem nem perceber que poderia tomar uma atitude e sair dessa situação. Dar um basta e mostrar a todos que não aceitará mais isso. E você, homem, também pode dar um basta.
Fonte: Google Images

Não é preciso ser gay para defender seus direitos. Não é preciso ser negro para reconhecer o racismo e não é preciso ser uma mulher para respeitar uma mulher.
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2 de março de 2013

Trago seu amor em 7 dias...


Fonte? Google Imagens
 Caminhando pela Brigadeiro Luís Antônio fico impressionada com o número de cartazes e panfletos com os seguintes dizeres “Trago seu amor de volta em 7 dias” e ainda “Pagamento após resultado”. Quadra após quadra lá estão os cartazes, dos mais variados, aparentemente de prestadores diferentes. Me pego pensando se esse tipo de propaganda tem efeito, se alguém em algum lugar vê o cartaz e pensa “Puxa, essa é minha chance. Esse cartaz parece que foi feito para mim... está sempre no meu caminho. Deve ser um sinal”.



 Os bairros em que encontro os cartazes são bairros bons, caros e o público que os vê é dos mais diversificados. Imagino que em todos os bairros da cidade, independente de sua condição, possamos ver essas propagandas. Mas onde atendem essas pessoas? Onde eles se encontram se não há nem nome nos cartazes, apenas telefones de celular e mais nada. Fico pensando se na verdade querem hackear seu número, pegar informações suas e de sua família para depois ligar simulando um sequestro de algum familiar ou algo do tipo. E fico novamente imaginando se existe mesmo gente que procura este serviço assim.
 
Sem ofensas a qualquer religião. Fonte: Imagens Google
Quero supor por um momento que as pessoas por trás dos cartazes são honestas, tentando ganhar a vida com algum dom que lhe foi passado. Independente se a magia praticada funciona ou não, me pergunto mais uma vez QUEM procura por estes serviços. Qual é o público alvo de uma amarração de amor que promete trazer a pessoa amada em um curto espaço de tempo, sem levar em conta se a pessoa alvo realmente deseja dar este passo. Bom, se desejasse não haveria motivos para a realização de uma amarração ou feitiço para unir estas pessoas. Então, que tipo de pessoa deseja tanto o amor de alguém a ponto de tirar seu livre arbítrio?
 
Uma pessoa tão obcecada e tão egoísta que confunde sua obsessão e desejo de posse com amor. E confunde com frequência os dois. Ela prefere viver uma ilusão forjada a amadurecer e seguir em frente com sua vida, aprendendo com o passado e os sentimentos que nutre pelo seu alvo/amor. O desespero é tanto que consigo até ouvir :




“Oi, gostaria de marcar uma consulta... vi seu anúncio para trazer de volta a pessoa amada em 7 dias, mas eu tenho urgência. Tem como você reduzir para 3 dias o prazo?”

E obsessão não é amor. Claro que muitas pessoas que amam, tem seus momento de medo, desespero e choro em algum momento em suas relações, mas não é um sentimento contínuo, desenfreado, não é um sentimento pensado. É só sentido. Mas a obsessão é real, quase planejada, e o obcecado traça estratégias concretas para obter o que se quer... como um objeto. Ao contrário de que se diz por aí, a obsessão não é um ato de total irracionalidade, de se deixar levar pelos sentimentos. Ela é uma escolha. 

Uma escolha livre de continuar desta forma, de fazer o que for para trazer para si seu objeto de desejo. As consequências não fazem parte do planejamento, não existem... é egoísta e nunca consegue conectar as consequências com seus atos; para um obcecado, as consequências negativas são azares do percurso, são odiosas pedras no sapato que precisam ser retiradas a força. Nunca aprendidas, nunca relacionadas com alguma causa pessoal.

 
Acho que nunca vi um cartaz que dissesse : Trago seu dinheiro de volta em 7 dias” ; nas letrinhas pequenas estaria “com juros de 30% para cada dia esperado a mais para receber.” Opa... tem gente que esperaria para sempre!

 
Ou que tal um anúncio : “ Curo qualquer doença em 24 horas”, com um adendo “Em caso de morte, devolvemos até 50% do investimento”.

 
E aí, qual serviços vocês gostaria de contatar? Ou então... qual destes (ou outros) serviços vocês gostariam de prestar, como seria o seu cartaz?
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24 de fevereiro de 2013

Uma Esmeralda na Croácia - A Vencedora do Concurso

 
 
Simples, delicada e singela. Foi desta forma que a foto de Luciana Melo conquistou 628 "likes" no Concurso "E eu nunca mais fui o mesmo", realizado entre os meses de novembro e dezembro na nossa página do blog no facebook.
 
Quase consigo ver Luciana procurando a melhor pose para a foto. Procurando uma maneira de não estragar o cenário, de não parecer sem graça no meio daquela imensidão maravilhosa. Olhando em volta, sentido a brisa leve no seu rosto, nos seus cabelos e pensando que nunca mais vivenciaria algo assim. Algo tão grande, tão perfeito e tão natural!
 
Ela fecha os olhos e respira fundo, tentando não esquecer daquele momento nunca mais. Tentando decorar o cheiro do ar e o gosto da paisagem. Olha ao seu redor, vê seus amigos ou família, vê quem ama; ali com ela, compartilhando da vista, das emoções, dos sentidos que aquele local ativou em todos. Olha em volta, caminha para perto daquela imensidão e vira de costas. "Pronto. Estou aqui." Coloca a mão na cintura e sorri. Desiste. Levanta as mãos ao céu e tenta da risada, finge que vai pular, mas fica com medo e resolve não fazer nada.
 
Os amigos olham felizes, dizem para fazer isso ou aquilo, mas ela nada escuta, nada vê além da imensidão atrás de si, ao virar o pescoço para observar, reunir forças. Eles posam ao seu lado, fazem brincadeiras e a fazem sorrir e ainda assim ela não consegue. Não sabe como conseguir... quer expressar o que sente, a gigantesca felicidade sem roubar a atenção do local em que se encontra. Não sabe como. Não pode saber.
 
Por fim ela desiste. Desiste de arrumar a pose perfeito, de registrar o momento perfeito. Afinal, tudo ali já falava por si só... era natural, era a beleza que a terra havia feito sozinha, esculpido delicadamente, anos após anos. Então, com tudo isso em mente, para que pose? Para que estragar o que já é tão perfeito? Por que não ser tão natural quanto as águas daquele mar? Tão natural quanto as pedras sobre as quais estava?
 
Sem pose, sem complicações. Assim Luciana sentiu o momento, deixou que a experiência falasse por si, exprimiu seus sentimentos apenas com seu sorriso, deixando de lado todo aquele nervosismo para trás. Era então a foto perfeita. Simples, tranquila e principalmente... natural. Como a paisagem na Croácia, que a encantava e como seu sentimento. Não havia nada mais natural que aquilo.
 
Abaixo o recadinho de Luciana para o blog :
 
"Essa foto representa muito para mim, porque tudo teve um gostinho especial no ano em que estive lá( verão de 2011), e por vários motivos:primeira viagem internacional, primeiro voo sozinha (by myself) sem poder apertar a mão bem forte de ninguém, pelo frio na barriga em conhecer lugares que nunca um dia pensei em conhecer..
E tudo foi como poderia ter sido:MARAVILHOSO.
Conheci pessoas, novas culturas, praias paradisíacas, água límpida e cristalina(algo raro aqui no Rio de Janeiro!) e paisagens estonteantes que simplesmente hipnotizava ao individuo.
Aí surgiu a ideia da Nadja sobre o concurso e pensei, por que não mandar a foto que tanto representou meu estado de espírito e me faz relembrar momentos mágicos assim como tenho certeza que representou também para as demais concorrentes com suas respectivas fotos.
Muito feliz de ter ganhado, levando em consideração que NUNCA faturo nenhum tipo de concurso!rs 
Bom, parabéns a Nadja pela iniciativa(sempre antenada!), a Ferlin, pois em breve terei um lindo colar dela e a todos nós que através do concurso pudemos compartilhar nossos momentos pelo mundão afora !"
 
Curiosos para ver o prêmio escolhido? Uma jóia da loja virtual de minha amiga, Ferlin Yoswara; a Arthyc Jewels.



E aí? Curtiram? ;)
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17 de fevereiro de 2013

Aventuras no Metrô


Para quem acompanha o blog,  deve se lembrar de um relato meu de minha alegria ao andar num ônibus lotado, quente e abafado, mas sozinha sem precisar de ninguém. (Se você não leu, clica aqui ó). Então, eu não poderia deixar de relatar minhas novas experiências pelo metrô de São Paulo.

Eu já morei em São Paulo anos atrás. Dos meus 17 para 18 anos, quando estava na época do cursinho ( no Anglo Tamandaré). Era 2004, e eu também acordava cedo, pouco depois das 5:30hs da manhã e saía de casa pouco depois das 6hs para pegar metrô na estação Saúde e desembarcar na estação São Joaquim. Era um caminho curto e algumas vezes lotado, especialmente na volta. Na ida era simples.

Nos dias de hoje parece que mais e mais pessoas frequentam o metrô. E em todos os horários! Todos os horários mesmo! Chego ao metrô Santos-Imigrantes pouco depois das 7hs.  Durante as primeiras três semanas de trabalho, meu cartão de transporte não estava pronto, então toda manhã eu comprava duas passagens de metrô. Essa parte é a melhor, a menos sofrida. Apenas uma vez peguei fila... e ainda era uma fila minúscula de umas três pessoas apenas. Ainda subo para a plataforma quase todos os dias ao som de um senhor tocando piano. É uma daquelas estações em que se vê um piano em um canto com um cartaz convidando qualquer um a tocá-lo. E quase sempre realmente, há alguém tocando.

E então chega o metrô, e as sardinhas se empurram para dentro, se segurando como podem, fazendo pressão em quem já estava por lá e sendo espremidas pelos que vem atrás. É tanta gente... tanta gente... que eu realmente fico pensando como isto é possível... será que todo mundo que está aqui comigo curte isso? Morar aqui? Num lugar assim tão urbano, tão lotado, tão... caótico? O tempo todo?

Eu não sei se é para mim... mas cada vez mais quero morar próxima a meu emprego, para ter mais tempo hábil de viver fora dele. Mas por enquanto não dá. Eu gosto de natureza, parques e tudo relacionado ao ambiente ao ar livre... então São Paulo as vezes me assusta... :/
 
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26 de janeiro de 2013

O primeiro dia de jornada

Eu estava nervosa, cansada e desapontada. Tinha sido uma quinta-feira inquietante, que havia sinceramente diminuído minha vontade de entrar para o Grupo Pão de Açúcar, onde eu havia sido admitida. O primeiro dia seria já na manhã seguinte, uma sexta-feira.

Que ironia! Começar algo que mudará toda sua vida ( ou que deveria) justo numa sexta-feira. Qual o propósito? Naquela noite, anterior ao meu primeiro dia, eu quase não conseguia dormir. Virava para lá e para cá, sem achar nenhuma posição confortável.

Fui despertada às 4:50hs da manhã e logo apertei o botão da soneca. Muito cedo para mim! Mas não pude cochilar muito, em 8 minutos eu levantei e comecei a me arrumar para minha nova aventura. Um novo emprego. Ai!

Felipe levantou pouco depois, fez café, conferiu comigo tudo que eu havia colocado na mala e às 5:30hs fomos juntos ao ponto de encontro do fretado. Em muitos anos eu não acordava assim tão cedo. Chegamos muito cedo ao ponto e quase todo mundo que esperava já tinha partido quando meu ônibus finalmente passou. Linha 14. Ai novamente!

Entrei. Tudo escuro lá dentro, todo mundo dormindo calmamente e eu estava proibida de abrir as cortinas. Era me concentrar no meu Ipod, nos podcasts que eu ainda não tinha ouvido e nas poucas músicas que tinha. Depois de uma horinha apenas já estava no metrô Imigrantes em direção à Brigadeiro. A caminhada avenida abaixo foi bem tranquila... e o dia estava gostoso. Para variar, cheguei meia hora antes do combinado.
Fiz amizade com uma moça que também esperava pelo RH, Amanda. Ela também havia sido admitida junto comigo e começava na sexta-feira também. Pouco depois já fui encaminhada ao prédio em frente, e apresentada a meus novos colegas. Uma sala pequena, simples e bonita, bem ambientada com uns rostos sorridentes a me receber. Terceiro Ai!
Meus colegas se apresentaram e logo entrei em uma Conference Call com a representante da Casino, em Paris. Ela me apresentou o grupo, o organograma da empresa, onde temos escritórios, o que fazemos, porque e como e como seriam minhas semanas de treinamento. Passando a hora do almoço, meus novos colegas me levaram para um rápido passeio pelas dependências da empresa, almoçamos no refeitório, conheci a academia, as quadras de squash, o mercadinho, o locais de massagem, cabelereiro e manicure, a gráfica e o banco. Tudo com um preço mais camarada que fora da empresa.
Me senti em outro mundo. Era o quarto Ai do dia. Após mais uma Conf Call com Paris, um de meus colegas me levou por todos os andares e departamentos da empresa, me apresentando para todas pessoas que conhecia como nova integrante de seu departamento. também me explicou o que fazia cada área, me deixou fazer perguntas e também apontava com quais departamentos eu provavelmente teria mais contato.
Tudo muito intenso, cheio de informações detalhadas e muito mais.

O Grupo preza bastante a sustentabilidade e o meio ambiente, Lá dentro tudo que olhamos lembra algo que seja sustentável, desde placas na escada dizendo "Parabéns! Vindo pela escada você melhora sua pressão sanguínea" ou "Parabéns! Vindo de escada você economiza energia elétrica". E meus colegas praticam esportes e comem saladas.

O caminho de volta à Santos envolve subir a Brigadeiro correndo até o metro, torcer para conseguir entrar num dos primeiros trens a aparecer e não ser levada pela multidão para a estação errada e correr mais uma vez até o ponto dos fretados. Tem ônibus as 18hs, 18:20hs , 18:40hs e 19hs.O melhor e que passa mais próximo de onde eu moro é o das 18:20hs e mesmo assim não é sempre que eu consigo pegá-lo. Se eu não conseguir e tiver de esperar o próximo, demoro cerca de 40 mins a mais para chegar em casa... chegando em geral entre as 19:45hs e 20:50hs. Depende do dia... 

Espero acostumar logo, pois não é fácil. Gosto bastante to trajeto tranquilo do ônibus, de escutar uma música gostosa, olhar a paisagem, mas o cansaço é grande.

Ah! E eu não esqueci que vocês estão esperando pelo post especial dedicado à ganhadora do concurso "E eu nunca mais fui o mesmo' ;)
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16 de janeiro de 2013

As fotos do concurso " E eu nunca mais fui o mesmo"

Começo o ano compartilhando toda minha alegria pelo sucesso do concurso "E eu nunca mais fui o mesmo". Foram 58 fotos postadas, de 28 pessoas em 35 países. Durante um mês muitas pessoas me mostraram locais onde sentiram sua vida mudar onde encontraram suas esmeraldas. Alguns locais exóticos e inacreditáveis, outros mais famosos e populares. Mas todos incríveis, todos me fazendo sonhar com uma nova viagem, uma nova vida e novas aventuras.

A todo momento eu corria na minha página no facebook, para ver quem tinha enviado uma foto nova e quem tinha sido votado. Eu era a mais animada. A cada foto eu vibrava e ficava torcendo. Parecia criança, vendo algo que criou ganhar vida.

O país que mais apareceu em fotos foi ...
 
foram 6 fotos na França! Fotos lindas, divertidas e de momentos certamente incríveis. Mila, Francine, Vanessa, Flávia, Liza e Milena mandaram à Caçadora suas fotos na terra da Torre Eiffel. Elas conheceram os famosos bistrôs de ruas, comeram croissants e escutaram o belíssimo idioma francês.
 
O segundo país que mais apareceu em fotos foi...
 
a minha querida Holanda!!! Juliana, Vanessa, Dominique e Thaís aproveitaram os tamancos, tulipas , stroopwafels, snoopjes e muito mais na terra laranja. Que delícia foi ver essas fotos! Adorei!!! E fico imaginando se teria coragem de cuspir fogo daquela maneira!!!
 
Depois, temos três países, com três fotos cada.
 


 
Rosana, Francine e Mariana foram parar em terras espanholas em meio às suas aventuras pelo mundo.

Ma, Vanessa e Larissa se deliciaram nas terras românticas da Itália, onde sempre nos sentimos princesas pelas ruas...  
E Dominique, Thaís e Vanessa conheceram as belezas da Alemanha e toda sua cultura.
 
Como os outros países não tiveram tantas fotos, resolvi agrupá-los por tema e espero que gostem das montagens que fiz.
Foram fotos lindas com animais selvagens, em prais belíssimas, em frente à monumentos e prédios muito lindos e em locais bem distantes de casa.
 
Fotos incríveis próximo ao mar, mandadas por Mandy (em Malta), Ma (no Uruguai), Joyce (Na Indonésia), Alysia(em Cuba) e Flávia( em Portugal). 



E fotos com muita arquitetura e cultura, de Vanessa(na Polônia), Mandy (no País de Gales), Ma (no Egito), Domonique (no Vaticano) e Joyce (na China).



E as corajosas Juliana (no Marrocos), Joyce (na Tailândia), Ma ( no Peru) e Aline (na Argentina).

 
E as fotos que praticamente me fizeram sentir voando... Carlos sentindo o maior frio na barriga de sua vida (no Chile), Cíntia experimentando nuvem (na Suíça) e Joseane voando num deserto de sal (na Bolívia).
 
 
Os locais com belíssimas vistas... fotos tiradas por, Mandy à beira do precipício(na Irlanda), Rosana (na Noruega), Marielen pronta para uma longa caminhada(no Canadá), Vanessa como modelo (na Sérvia) e Renata pensativa(no Uruguai). 
 
 
E essas fotos foram as que achei demais de "gracinha", engraçadas, bonitas, divertidas!!! Cíntia com o Bob Espaonja (nos EUA), Erika com a peruana mais linda que existe(no Peru), Dominique sendo generosa com um guarda norueguês (na Noruega), Marielen posando de famosa (nos EUA), Alysia em seu casamento (na Escócia) e Juliana compartilhando leitura( na República Tcheca).
 
 
 E umas fotos muito divertidas ... enviadas por Juliana se divertindo como Harry Potter (na Inglaterra), Cíntia fingindo a maior dor de barriga  (na Inglaterra), Renata bebendo todas (na Bélgica) e Silvia com seus cabelos combinando com a paisagem (no Japão).
 
 
 E mais... Juliana andando num lago congelado (na Bélgica), Tatiana em frente a um relógio de flores que realmente marca a hora certa (no Chile) e Pascal numa imagem incrível (na Tailândia)


E as do momento... Vanessa observando a vista (em Luxemburgo), Flor quando veio me visitar (no Brasil) e Renata num ambiente tranquilo (na Turquia).
 
Logo logo postarei a foto vencedora a vocês (com 648 "curtir" ) :) , que já adianto que foi tirada num paraíso na Croácia!!!
 
beijos a todos! E espero que gostem das montagens. Muito obrigada a todos que participaram do concurso, estou pensando no próximo, passem lá na página do facebook para votar em qual tema vocês gostariam de ver ;)
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