28 de novembro de 2008

Entre gerações

Oi!!!

Acho que o post de hoje pode dar uma discussào interessante. Eu adoro diferenças e sempre fico maravilhada com o jeito que cada cultura expressa suas crenças e celebra suas passagens. mas acho que nunca havia pensado muito na diferença entre as gerações. Sempre penso nas diferenças com que cada geraçào criou a próxima, mas nunca acho que tomei muito tempo pensando em coisas simples como como cada um celebra os aniversários e como eles vão se tornando diferentes ao passar dos anos. E não apenas por causa do apelo financeiro dos dias de hoje.

Ontem, fui com minha mãe a um encontro de suas amigas numa cafeteria aqui na cidade. Era uma reunião de antigas amigas, uma delas mora em Ilhéus, na Bahia, e duas vezes ao ano vem á Santos e reune as amigas mais intimas para um chá da tarde ou um cafézinho.Todas ficaram felizes ao nos ver, o que foi bastante legal, e ficavam perguntando sobre meus planos futuros, meu irmão, etc. A conversa mudou de rumo, e eu pude olhar a situação um pouco mais de longe, como se apenas uma observadora e pensei... "Cadê os amigos dessa moça? Ela só tem amigas mulheres? Imediatamente minhe mente foi parar nos aniversários da minha mãe... e ... também, só amigAs!!! E então os da minha tia, mesmissima coisa e assim fui procurando outras mulheres daquela geraçào, que regulassem com a idade da minha mãe, querendo descobrir se era apenas coincidencia.Mas não parecia ser.

Ainda fiz questão de peruntar á minha mãe se seus aniversários e reuniões quando jovem tinham homens, e ela respondeu que era muito timida e só tinha amigas. Eu, particularmente, não consigo imaginar meus aniversários e celebrações sem meus amigos, tanto as mulheres quanto os homens e não apenas os maridos das amigas, os amigos mesmo!!!Isso tudo me fez pensar que conforme as gerações foram passando e ficamos mais livres, a forma com que fazemos e mantemos amizades também muda. Será que é assim mesmo? Eu não sei... Acho que terei de esperar o tempo passar para ter certeza... mas se alguém quiser compartilhar e me ajudar a decifrar esta incógnita que está corroendo meus pensamentos, estejam livres!!! hehehe! Adoro poder discutir com vocês. Ok, agora vamos às noticias que nada tem a ver com isso!

Novidades e notícias da semana:

O Frank Nouwens (pai da família na qual vou trabalhar) disse que a papelada já está toda encaminhada e que é só esperar o contato do consulado. E ai que isso não chega logo!!!Será que demora assim mesmo? Alguém aqui já tem experiencia com isso???Eita marinheira de primeira viagem eu!!!

E parabéns Mentiaca!!! Achou uma familia para ser au pair também!!! Leia bastante sobre as dicas para ficar mais calmo, perunte tudo que quiser, não tenha receios , perunte mesmo, para não ficar com duvidas antes de embarcar!!!E peça para a familia te ligar e dia que quer falar com as crianças ou algo assim. E não esqueça de dar uma festa de despedida antes de ir , hein?

Parabéns também aos meus amigos Pri, Tê e Juliano!!! 10 na monografia!!!!! VIVAAAA, torci muuuuito por todos vocês e continuo torcendo pelos nossos outros amigos também!!! Queria ter visto, mas mesmo não tendo... tenham a certeza de que eu estava lá também!!! E agora aproveitem o Churrascari!!!! ^^

Ah!!! Mudei o número do meu celular!!! Aos que quiserem o novo número, é só pedir, ok??

Beijos a todos!!!

Nadz
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24 de novembro de 2008

A arte de empacotar

Oi gente!!!

Nossa, que sufoco! Este fim de semana tive de empacotar tudo para me mudar de Marília para Santos novamente!!!! Pronto, acabou a faculdade, todas as disciplinas cursadas... só a monografia faltando, que estará pronta para apresentação em março.Enquanto isso, na última semana estive preocupada em terminar as provas, trabalhos e empacotar todas as tralhas que juntei durante os quatro anos em que morei em Marília. E ... como eu tenho coisa!!! parecia nunca acabar... Colocava roupas em sacolas de plástico e livros em caixas grandes que eu tinha juntado, e utilizava todos os espacinhos que sobravam para enfiar qualquer coisinha que eu tivesse, aproveitando ao máximo.

Meu pai ficara de pedir emprestada a Highlux da Stockler, para que a gente pudesse transportar todos os meus pertences de uma sé vez, afinal, 6 horas de viagem é bastante longe, né? O combinado era que ele estaria em Marília no sábado a tarde. Ok!!! Quase tudo pronto, e um detalhe o carro da firma quebrou na Imigrantes, simplesmente parou. Ele ligou para um colega de serviço que foi até lá, juntos levaram o carro até Santos novamente e o carro acabou funcionando!!! EBAAAA, rumo a Marília! E mais uma vez, no mesmissimo local, o carrão parou. Pode??? Um carro caro e chique daqueles, dando chilique em São Paulo? nem preciso dizer que meu pai pirou!!! Ligou novamente para seu colega, juntos esperaram mais de 2 horas e meia pela seguradora e só a noite, ele conseguiu voltar para Santos. Marília só no dia seguinte.

mas no dia seguinte, na hora do almoço, Papassinos já estava na porta de casa, com seu carrinho, todo sorridente gritando "Filhotiiiiinas". O resto do dia foi bem gostoso, churrascaria, fomos correr na chuva e depois num barzinho novo , onde ventou muito.Comemos filé e batatas fritas!!!

No dia seguinte, tuuuuudo no carro. Espaço ??? Acho que o Picasso realizou o milagre da multiplicação do espaço! E nem assim conseuimos trazer tudo, faltaram as coisas de cozinha! Mas, vocês nem imaginam , tinha coisa até no teto e ninguém conseguia se mexer ndireito, só meu pai, que estava dirigindo.O caminho foi tranquilo até SP, onde estava a maioooor chuva, tanta que o trânsito estava lento porque os carros não se atreviam a passar pelos mares d'água. Após SP, sol novamente e uma viagem gostosa, mas todos nós ficamos tensos quando na chuva, estava uma confusão e parece que ninguém mais respeita ninguém , dá seta...

agora a parte dificil é oranizar tudo na casa do meu pai e na casa da minha mãe, não tem espaço!!! AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH E ainda tem meu gatinho, o Kimi!!! Mas para tudo dá-se um jeito,né? teremos de fazer mais um milagrezinho!!!

Desculpem que eu escrevi tudo correndo, estou bastante cansada da viaem e ainda nem guardei metade da mudança!!! Até breve !!

beijooos
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15 de novembro de 2008

Mais que um ato de nobreza


Alguém aqui já considerou a adoção como uma possiblidade real em suas vidas?
Meu objetivo hoje não é mudar as cabeças de vocês, afinal adotar uma criança é um ato muito sério que requer muita reflexão e responsabilidade. Minha intenção é ajudá-los a tratar com maior facilidade e reduzir os tabus relacionados a ele.
Infelizmente aqui no Brasil, a adoção ainda está entre um dos maiores tabus da família brasileira. E eu me arriscaria a dizer não somente da família, mas da constituição do nosso país.
Eu sempre tive o sonho de adotar, sempre desejei expandir um dia minha família com no mínimo duas crianças adotadas, então, quando eu namorava, numa conversa ou em outra, surgia aquele super tópico... nosso futuro... nossos filhos... todos aqueles sonhos,né? Então, também surgia a pergunta : " Mas... você não pode ter filhos?" E como imagino que posso ter filhos, esta vinha seguida de uma outra " Mas... como você pode amar um filho adotado da mesma maneira que um filho biológico?"
Ah, isso para mim era demais! Mas eu sorria e procurava compartilhar meus pensamentos, e meus motivos para eu , tão jovem, já pensar em adoção. Filho é filho... não importa se biológico ou adotado. Pouco importam seus genes... o sentimento vai muito mais além. E no mundo inteiro há crianças esperando por uma família, um lar, um sentimento...esperando por pertencer a algum lugar... Quem eu seria se nào pertencesse aos Pousada Betim Paes Leme? Se não tivesse sido criada com amor e carinho, mesmo nas piores horas?


No Brasil, a nossa constituição favorece o direito à nacionalidade brasileira antes que uma criança seja liberada para adoçào internacional. A nacionalidade no Brasil entào vem antes da família e do bem estar ? Ou como diria constituição estadunidense... antes do direito a busca da felicidade? Creio que pouco progresso tem sido feito nessa área... e eu fico imaginando quantas crianças e adolescentes não estariam com uma família, ganhariam presentes de Natal neste ano e celebrariam a ceia se tudo fosse menos burocrático.
mas mesmo assim, nossa burocracia não impede adoçòes. E até recentemente melhorou em alguns pequenos quesitos... mas já indican que alguns passos estão sendo dados nesta direçao.

Algumas histórias de adoção me marcaram muito, mas vou partilhar com vocês a que conheço melhor, que acompanhei mais de perto.Quando eu trabalhava na pré-escola, em Santos, conheci muita gente, e me dava bem com todas as "tias"
e a Tia Selma, moça simpática e bonita que antes dava aula no primário, sempre visitava uma creche, brincava com as crianças e sempre havia pensado em um dia adotar uma delas. Lembro-me até hoje do dia em que ela me contou como conheceu o Lucas, que viria a ser seu filho. Ao chegar na creche, naquele dia, ela notou que em um dos berços um pézinho pequenininho se levantou logo que ela chegou... Perguntou se tinha um bebezinho por lá e a levaram para conhece-lo... Ai... mesmo quando ela me contou, seus olhos quase se encheram de lágrimas.. ou os meus que se encheram e pareciam que os de todo mundo estavam assim também. Ao ve-lo pela primeirissima vez, ela começou a chorar... "Você o conhece?" "Nao" Mas acho que ela sentia que sim... E engraçado que ele até se parecia um pouco com ela... tão gracioso e levadinho!!!

Hoje me pergunto como será que eles estão, será que mudou muita coisa? Ele ja deve estar com uns 6 ou 7 anos!!!! AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH... como o tempo passa!!!Se um dai vo~cê ler isso.. beijos Tia Selma e Lucas!!!!

Adoção está muito além de qualquer palavra do nosso dicionário... seja ela nobreza, caridade, amor ou dedicação... ou mesmo sonho... estar pronto para adoção requer muito mais que uma decisão... é um modo de vida, é um jeito de encarar o mundo além das nossas fronteiras... além daquilo que sempre estivermos cercados... Eu diria até que a palavra certa é reunião... de você com alguém que você achava que não fazia parte da sua família... Por isso não tenham medo, mesmo que isso ainda não faça parte do seu dicionário!!!

beijos a todos!!!!
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9 de novembro de 2008

Grande Menina, Pequena Mulher



Hoje vou iniciar um "novo quadro" aqui no blog, que eu intitulei "Pipoca da Tarde".
Aproveitando a deixa do blog, que trata desde já das minhas expectativas em relação a ser au pair, resolvi começar com este filme bonitinho e simpático " Grande Menina , Pequena Mulher", no original (Uptown Girls). Para quem não conhece, este filme relata a história de duas meninas, uma interpretada por Brittany Murphy e a outra por Dakota Fanning.
Não me recordo ao certo o nome das personagens, mas lembro-me perfeitamente de suas problemáticas. Brittany interpreta uma moça rica da sociedade nova-iorquina, acostumada a curtir os prazeres da vida da melhor maneira possível e Dakota é uma menina bastante madura que perdeu a vontade de sonhar, tudo em sua vida são fatos e deveres a serem cumpridos.
Mesmo tão diferentes e vivendo uma relação complicada, as meninas aprendem que tem muito mais em comum do que admitem. Para mim, o que mais marcou era que entre todas as pessoas presentes na vida de Molly (Brittany Murphy), foi a menina adulta que a ensinou os valores que ela relutava tanto em aprender sozinha. Quantos de nós não são como ela? Deixando a responsabilidade para os outros? A problematização da personagem se dá quando ela se depara com a necessidade de trabalhar como babá da menina rica Ray(Dakota Fanning), onde ela deveria ser a pessoa responsável e madura. Mas são essas qualidades que ela encontra em Ray e é justamente por isso, que no começo Ray parece detestá-la, Molly era a criança que Ray tinha medo de ser.

Ok, muito chato até agora? Meus pensamentos são diferentes... será que isso é realmente possível? Será que podemos ter uima relação assim saudável e madura, onde damos e recebemos, ensinamos e aprendemos quandos e trata de um relacionamento "babá e criança" ? Minha mãe comentou comigo que minha mente entrou num conto de fadas, movido à "A Noviça Rebelde" e tantas outras histórias bonitas de pessoas que encaram o mundo e lugares totalmente desconhecidos a elas. Tá, verdade, não nego. Sempre vivi de sonhos e fantasias e nunca quis viver de outra maneira. No momento o que sinto é uma mistura de sentimentos, quanto mais os dias passam mais medo e animação sinto. Medo de não saber lidar com as crianças como a Molly lidou com a Ray. Apenas a presença de Molly na casa da família e seu jeito até mesmo intransigente faz com que mudassem muitos hábitos por lá... ajudou a menina adulta a expressar seus sentimentos, o que ela relutava em fazer.

Será que eu, assim como eu sou, posso também ajudar a vida de alguém? Transformar a vida, os pensamentos ou o dia daqueles que estão ao meu redor? E será também que eu sei deixá-los transformar meu dia também?
Quanta divagação! Mas quanto mais os dias passam, mais longe de um pensamento concreto eu fico! No fim do filme tudo dá certo... mas em nossas vidas, o filme continua sendo feito... sem haver um final propriamente dito. Podemos ter capítulos que se acbam e começamos um novo... mas a vida , o nosso filme, continua indefinidamente... E uma coisa que eu sei...não importa de que forma, sempre temos um peso na vida de alguém, direta ou indiretamente... estamos todos ligados. E ao menos para mim... sei que todo este caminho terá valido a pena quando terminar...

beijos a todos!!!
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5 de novembro de 2008

Além do manual

Durante este meu ano em busca de uma família que me recebesse como au pair, muitas vezes me deparei com algumas perguntinhas báscias que eu nem imaginava como responder: Quais critérios devo usar ao iniciar minha busca? Acho que cada aspirante à au pair vai por um caminho diferente e eu nem imaginava como eu conheceria o meu. O que eu procuro? Facilidade de acesso à cidade? Idioma conhecido? Pouco trabalho? Horários flexíveis? Aiii... eu nem sei!

Não foi fácil chegar a nenhuma conclusão e as vezes , ainda hoje, já com a família determinada (mas ainda sem conhecê-los pessoalmente), me pergunto se como eu fiz foi certo e se não terei ainda alguma grande decepção. Primeiro comecei a pensar no que eu mais valorizava na minha própria família, para que eu pudesse então estabelecer um parâmetro que me fosse conhecido.
A primeira coisa na qual pensei foram nossos valores. A seguir você encontra alguns trechos do site Manual da Au Pair :

Principais pontos na escolha de uma familia
Depois de muito pensar sobre isso, e depois de ter que inventar duzentas mil explicações para aspirantes à au pair que me perguntavam isso sempre, cheguei à seguinte conclusão: família boa é aquela que tem valores familiares bons. O que isso significa? Que algumas atitudes das famílias podem tirar o estímulo da(o) au pair trabalhar. Coisas do tipo:
  • Os pais saem muito e não levam as crianças, deixando-as nas mãos da(o) au pair;
  • Os pais não colocam as crianças para dormir muitas vezes por semana;
  • Os pais estão em casa, mas não brincam com as crianças;
  • Os pais não fazem refeiçoes que poderiam fazer com as crianças;
  • Não levam as crianças ao médico quando necessário...
    entre outras.
Uma au pair nunca será a substituta dos pais, mesmo na ausência deles, a au pair é aquela irmã mais velha, que auxilia as crianças, mas que não impõe limites e ordens de acordo com sua própria cabeça. Ela deve respeitar as regras da família, supondo que a mesma as tenha definido. A importância da au pair está justamente em tornar o convivio entre pais e filhos mais fácil e dinâmico, pois é ela quem fica com as crianças quando os pais não podem atendê-las devido ao trabalho e outras situações do gênero. Otimizar o tempo entre pais e filhos, possibilitando horas de qualidade entre eles, ela nunca poderia substituir nenhum dos pais naquelas atividades em que a criança conta com a presença dos pais para que lhes dê segurança e conforto.
Atente para o seguinte: a família pode ser ÓTIMA e fazer algumas dessas coisas, mas eu tenho para mim que valores familiares são, num todo, partes de um pacote. Ou tem, ou não tem. Os pais devem ter momentos particulares, mas eles colocaram os filhos no mundo e não deviam deixa-los de lado muito frequentemente. Deve haver um equilíbrio.
O que muitas vezes não acontece, é essa distinção do papel da au pair na casa. Por mais que os pais saibam e compreendam o que é ter uma au pair em casa, isso deve ser passado às crianças, afinal é com elas que a au pair vai trabalhar. E são elas que mais tem dificuldade em entender as diferenças, apegam-se facilmente( e não só as crianças)! Muitas conhecidas me contam, que uma vez que você se apega torna-se muito mais dificil impor seus limites, mas todas também advertem que além disso, também é necessário.

Eu, na realidade, não conheço a fundo a família com a qual viverei o ano que vem e como eles são entre eles, tenhos minhas esperanças e medos, mas o principal é definir para mim mesma o que eu espero desta experiência, o que eu espero deles e o que eu posso e quero oferecer a eles. Com isso, tudo deve ficar um pouquinho mais fácil, principalmente no início.
Faça perguntas REFERENTE ÀS CRIANÇAS E À VIDA DA FAMÍLIA , do que elas gostam de fazer, de comer, onde gostam de ir. O que tem de diferente e legal no local onde eles moram. Pergunte sobre o trabalho dos pais, se eles gostam, se trabalham dentro de casa ou fora todos os dias, quais os horários.
Queira saber o quanto antes sobre os horários. Você pode descobrir que terá que trabalhar todos os dias até as 10 da noite e ter as manhas livres. Veja se é do seu gosto.
Não aceite nada que você não concorde, faça exigências, negocie, ou você não será feliz . Mas pondere. Talvez você não tenha um celular, mas tenha um carro que seja só seu. Ou talvez você tenha que dividir o carro com os pais, mas tenha todos os fins de semana livres. Seja flexível. Não espere família perfeita porque elas não existem. Assim como não existe au pair perfeito.
As perguntas são essenciais.Lembro-me de que a Erika muito me alertou sobre conversar sobre tudo e tirar todas minhas dúvidas e meus receios antes de cair de cabeça nessa aventura. Toda essa preparação e tudo que tenho feito visando essa minha futura experiencia tem me garantido muito mais responsabilidade e coragem, tenho me afirmado muito mais como pessoa. Creio ser por isso que meus pais confiam em mim a este ponto, e tem apenas um medo saudável em relação a isto tudo. É normal, eu também tenho. O que eu faço é permanecer com a mente e os olhos abertos, atenta às oportunidades e possibilidades.

Por hoje é só isso... beijos a todos e aos interessados, deem uma olhada no site que eu indiquei :)
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